Ricardo Marinelli

Kleber Lourenço 

25 a 29 de abril

>  Negro de Estimação

Sex, price 27,  15h. Entrada Franca

 Sex,27, 20h. R$10 e 5.

Duração: 55 min. 16 anos

Criação, direção e interpretação: Kleber Lourenço

Co-direção e direção de arte: Marcondes Lima

Figurinos: Luciano Pontes

Cenografia: Bruno Vilela

Trilha Sonora Original: Zé Guilherme Allen

Criação e Operação de Luz: Luciana Raposo

Um mergulho no corpo deste negro imerso numa cultura pós-moderna, para discutir questões como miscigenação, cruzamento de informações e comportamento social. Oito contos do livro “Contos Negreiros” – do escritor pernambucano Marcelino Freire – servem de base para a dramaturgia. Trabalhadores do Brasil, Alemães vão à guerra, Nação Zumbi, Esquece, Nossa Rainha, Curso superior, Para Iemanjá e Meu negro de estimação abordam o preconceito racial. Uma literatura – e uma dança –  que expõe o problema sem nenhum véu.

 

>    Jandira

Sábado, 28, 20h. R$10 e 5.

Duração: 40min. 16 anos

Execução de Luz: Luciana Raposo

Execução de Som: José Neto

Concepção, interpretação, direção e coreografia: Kleber Lourenço

Baseado no poema Jandira de Murilo Mendes

Colaboradores e Orientação Geral: Marcondes Lima e Arnaldo Siqueira

Criação de Luz: Saulo Uchôa

Trilha Sonora: Julio Moraes

Jandira é um espetáculo que une princípios conceituais de linguagens artísticas específicas como teatro, dança e performance, partindo da literatura como construção dramatúrgica. Traz como fonte de inspiração a poesia modernista do escritor mineiro Murilo Mendes, para falar de construções arquetípicas do universo feminino.

 

>   Estar Aqui ou Ali?

Dom, 29,  17h. Ponto de encontro no Teatro às 16h30

Duração: 120min. Livre

Criação, Pesquisa e Interpretação: Kleber Lourenço

Co-Criação e Colaboração Dramatúrgica: Jorge Alencar

Colaboração de Pesquisa Teórica: Roberta Ramos

Trilha Sonora Original: Missionário José

Operação de som: DJ Mozart Santos

Colaboração na Direção de Arte: Java Araújo e Gabriel Azevedo

Designer Gráfico: Gabriel Azevedo

Produção e Realização: Visível Núcleo de Criação

É um espetáculo/intervenção que faz um diálogo entre corpo e espaço urbano. Acontece em espaços públicos ou de convívio social, deslocando-se por diferentes espaços e provocando trânsitos geográficos e temporais. Navega pelo espaço público e privado, invade corpos disponíveis para construir um guia prático, histórico e sentimental da ocupação. Um karokê, um protesto, uma interrupção no caminho.


Biografia do Artista: Kleber Lourenço é ator, bailarino, coreógrafo, encenador e arte-educador, graduado no Curso de Licenciatura em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Pernambuco. Diretor artístico e fundador do Visível Núcleo de Criação, coordenador/fundador do coletivo Colaborativo Permanência e do projeto Curta Teatro, que promove o intercâmbio entre cineastas e atores.

 

Vídeos dos Espetáculos

Negro de Estimação

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Estar aqui ou ali?

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Links Interessantes:

Visível Núcleo de Criação: http://visivelnucleo.blogspot.com.br/

Flickr do Visível Núcleo de Criação:  http://visivelnucleo.blogspot.com.br/
Kleber Lourenço 

25 a 29 de abril

>  Negro de Estimação

Sex, price 27,  15h. Entrada Franca

 Sex,27, 20h. R$10 e 5.

Duração: 55 min. 16 anos

Criação, direção e interpretação: Kleber Lourenço

Co-direção e direção de arte: Marcondes Lima

Figurinos: Luciano Pontes

Cenografia: Bruno Vilela

Trilha Sonora Original: Zé Guilherme Allen

Criação e Operação de Luz: Luciana Raposo

Um mergulho no corpo deste negro imerso numa cultura pós-moderna, para discutir questões como miscigenação, cruzamento de informações e comportamento social. Oito contos do livro “Contos Negreiros” – do escritor pernambucano Marcelino Freire – servem de base para a dramaturgia. Trabalhadores do Brasil, Alemães vão à guerra, Nação Zumbi, Esquece, Nossa Rainha, Curso superior, Para Iemanjá e Meu negro de estimação abordam o preconceito racial. Uma literatura – e uma dança –  que expõe o problema sem nenhum véu.

 

>    Jandira

Sábado, 28, 20h. R$10 e 5.

Duração: 40min. 16 anos

Execução de Luz: Luciana Raposo

Execução de Som: José Neto

Concepção, interpretação, direção e coreografia: Kleber Lourenço

Baseado no poema Jandira de Murilo Mendes

Colaboradores e Orientação Geral: Marcondes Lima e Arnaldo Siqueira

Criação de Luz: Saulo Uchôa

Trilha Sonora: Julio Moraes

Jandira é um espetáculo que une princípios conceituais de linguagens artísticas específicas como teatro, dança e performance, partindo da literatura como construção dramatúrgica. Traz como fonte de inspiração a poesia modernista do escritor mineiro Murilo Mendes, para falar de construções arquetípicas do universo feminino.

 

>   Estar Aqui ou Ali?

Dom, 29,  17h. Ponto de encontro no Teatro às 16h30

Duração: 120min. Livre

Criação, Pesquisa e Interpretação: Kleber Lourenço

Co-Criação e Colaboração Dramatúrgica: Jorge Alencar

Colaboração de Pesquisa Teórica: Roberta Ramos

Trilha Sonora Original: Missionário José

Operação de som: DJ Mozart Santos

Colaboração na Direção de Arte: Java Araújo e Gabriel Azevedo

Designer Gráfico: Gabriel Azevedo

Produção e Realização: Visível Núcleo de Criação

É um espetáculo/intervenção que faz um diálogo entre corpo e espaço urbano. Acontece em espaços públicos ou de convívio social, deslocando-se por diferentes espaços e provocando trânsitos geográficos e temporais. Navega pelo espaço público e privado, invade corpos disponíveis para construir um guia prático, histórico e sentimental da ocupação. Um karokê, um protesto, uma interrupção no caminho.


Biografia do Artista: Kleber Lourenço é ator, bailarino, coreógrafo, encenador e arte-educador, graduado no Curso de Licenciatura em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Pernambuco. Diretor artístico e fundador do Visível Núcleo de Criação, coordenador/fundador do coletivo Colaborativo Permanência e do projeto Curta Teatro, que promove o intercâmbio entre cineastas e atores.

 

Vídeos dos Espetáculos

Negro de Estimação

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 Alice Ripoll (Rio de Janeiro) 16 a 27 de maio

> Que as saídas sejam múltiplas + Cornaca

70 min. Livre.

Sex, buy dia 18 e 25 às 15h . Entrada Franca (Sessão Educativa)

Sex, dia 18 e 25 ;  Sab, 19 e 26 às 20h. Domingo 20 e 27, 19h.

R$ 10 e 5 (meia)

>Que as saídas sejam múltiplas

Dois corpos extremamente próximos. É possível perceber o cheiro, o gosto, a textura da  pele. Conhecer seus detalhes, cicatrizes, se surpreender com uma gota de suor que escorre, com um dente torto, um pêlo que vai na direção contrária.

O afeto está nas grandes cidades se espremendo entre os muros que se escondem atrás de pessoas duras. Os muros usam as pessoas como forma de se protegerem deles mesmos. E também da violência, da falta de colo, da falta de leite, da fome, da miséria. Os muros estão tão solitários. “e a essa hora tardia como procurar amigo?”

Pesquisando encaixes, movimentos onde ora um leva o outro, ora é levado, “Que as saídas sejam múltiplas” investiga a relação de proximidade entre dois corpos, duas pessoas. Para tal, fazemos uso de elementos que delimitam um espaço específico, como uma cadeira, um colchão, fendas nas roupas e os próprios encaixes corporais. Além das limitações espaciais concretas, o uso de tais elementos cria imagens de limites metafóricos com suas impossibilidades e prazeres.

> Cornaca

“Cornaca” é um espetáculo que aborda o universo dos afetos. Cinco homens em cena passam por situações e coreografias que sugerem as mais variadas maneiras de se relacionarem. Amizade, competição, luta, exclusão, cuidado.

Com relação à movimentação, a pesquisa aborda diferentes possibilidades de contatos corporais e deslocamentos decorrentes destes contatos, sugerindo encaixes cada vez mais elaborados. Cada encontro entre dois ou mais intérpretes constrói situações idiossincráticas e atmosferas carregadas de imagens inusitadas.

 Ficha Técnica dos espetáculos:

“Que as saídas sejam múltiplas”

Direção e interpretação: Alice Ripoll e Fernando Klipel

Colaboração no processo de criação: Alex Cassal, Daniela Wiemer, Juliana Medella e Letícia Nabuco

“Cornaca”

Direção: Alice Ripoll e Juliana Medella

Criação: Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Lima, Leandro Coala e Liuz LA

Bailarinos: Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Coala e Liuz LA

Assistência de ensaios: Anita Tandeta

Realização: Cia R.E.C – Reação em Cadeia

Concepção do projeto: Alice Ripoll

Direção de produção: Tatiana Garcias

Produção executiva: Náshara Silveira

Iluminação: Leandro Barreto

Figurino: Paula Ströher

Assessoria de imprensa: Mônica Riani

Programação visual: Roberto Unterladstaetter

Fotos: Tiago Rivaldo

Operador de som: Anita Tandeta

Operador de luz: Cecília Ripoll

Agradecimentos especiais: Alexandre Belfort, Anita Tandeta, Paula Ströher, Renato Linhares, Tiago Rivaldo e Ricardo Kelsch (Correria Produções).

Agradecimentos “Que as saídas sejam múltiplas”: Alice De Marchi, Camila Moura, Carolina Cony, Cecilia Ripoll, Celina Portella, Denise Stutz, Iolanda de Oliveira Reis,  Jamil Cardoso, Joana Guimarães, Julia Eizirik, Laura Sämy, Leila Ripoll, Maria Luiza Blauth Klipel, Nelson Eizirik, Roseane Milani, Theo Dubeux, Thiago Granato.

Agradecimentos “Cornaca”: Cláudia Ribeiro, Chiara Krengiel, Creche São Sebastião, Diogo Moraes, Instituto Prósaber, Isadora Medella, Maísa Aguiar, Paulo César Medeiros, Renato Oliveira, Sullivan Santos, Thiago Granato.

Este projeto foi contemplado com o Fundo de Apoio a Dança/FADA 2011 da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.

Além dos espetáculos, durante as duas semanas de ocupação, Alice Ripoll oferecerá oficinas e a cada quarta feira um debate diferente!

Dias 16, 17, 23 e 24 de maio das 10hrs às 12hrs, Oficinas Gratuitas!

A oficina abordará a linguagem de movimento pesquisada pela coreógrafa Alice Ripoll, tanto em seu duo com Fernando Klipel, quanto com a cia REC. Pesquisaremos como a observação e contato com o outro podem proporcionar diferentes possibilidades de criação. O princípio é desenvolver uma curiosidade e uma percepção refinada sobre as formas, texturas, superfícies de apoio, peso e discursos de outras pessoas. A premissa é que, quando um corpo se deixa ser atravessado por outros, ao invés de soma ocorre uma complexa multiplicação, criando novos espaços no mundo.

Público alvo: bailarinos ou atores com experiência corporal.

Dia 16 de maio, Às 20hrs- Corpo.doc, com Dani Lima, Silvia Soter e Alice Ripoll

Dani Lima, em algumas quartas do Dança Pra Cacilda, vai partilhar parte de seus 2 anos de pesquisa para o projeto “100 gestos que marcaram o século XX”, patrocinado pela Petrobras.

Entre as atividades, a mostra de uma série de entrevistas gravadas com profissionais de varias áreas sobre as idéias de gesto dentro de suas práticas; discussões e palestras.

Para abordar a memória do corpo através de sua inscrição no gesto, vamos tentar elucidar as diferentes possibilidades de leitura e interpretação das idéias de  gesto. As atividades do Corpo.Doc serão divididas em temas.

O tema desta quarta é :  Gesto e Corpo
Palestrante convidada: Silvia Soter
O que entendemos por gesto a partir de uma abordagem de educação somática? O que diferencia gesto e movimento, korpse e soma?
Participação da artista da semana: Alice Ripoll
Mediação – Dani Lima

Apresentação dos textos “Le geste manquant” e “Gesto e percepção” de Hubert Godard.

Exibição de vídeos de fragmentos de espetáculos!
ENTRADA FRANCA!!

Dia 23 de maio, é dia de Sofá da Cacilda!

O Sofá da Cacilda é um bate papo entre grupos de estudo, coletivos e outros convidados que falam sobre urbanismo, políticas culturais, história e outros assuntos da vida da cidade.

O Dança Pra Cacilda oferece uma noite aconchegante, o sofá, chá e biscoitos, e os grupos e público nos presenteiam com ideias e boas discussões e encontros.

Na quarta do dia 23 de maio, às 20hrs, Alice Ripoll, o arquiteto Pedro Rivera e o artista e fundador do coletivo Brecha, Patrick Sampaio, falam sobre o trânsito cultural nas cidades.

Entrada GRATUITA!

Biografia da Companhia:  A cia R.E.C. – Reação em Cadeia surgiu há dois anos, atualmente é dirigida por Alice Ripoll e conta com os intérpretes criadores Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Lenadro Coala e Liuz LA. O grupo se conheceu a partir de aulas de dança contemporânea com a professora Juliana Medella dentro da ONG Pró Saber. Após se desvincularem da ONG, Alice Ripoll e Juliana Medella dirigiram juntas o espetáculo Cornaca, que teve sua estréia no Festival Panorama da Dança (RJ), em 2010, e já foi apresentado no Centro Coreográfico (RJ) e no SESC Pompéia (SP), no projeto Primeiro Passo.

Biografia dos Artistas: Alice Ripoll e Fernando Klipel são bailarinos e criadores atuantes no Rio de Janeiro. Já trabalharam com diretores como João Saldanha, Dani Lima e Alex Cassal. Se conheceram durante as filmagens do vídeo dança “Jornada ao umbigo do mundo” (Dir.: Alex Cassal e Alice Ripoll), e a partir daí começaram uma parceria criativa que teve como resultado o trabalho “Que as saídas sejam múltiplas”. O espetáculo teve sua estréia no Festival Panorama da Dança 2008, ficou em temporada no Teatro Gláucio Gil (RJ), e foi apresentado no Festival Habana Vieja: Ciudad en Movimiento, em Havana, Cuba, em abril de 2009.
Kleber Lourenço 

25 a 29 de abril

>  Negro de Estimação

Sex, price 27,  15h. Entrada Franca

 Sex,27, 20h. R$10 e 5.

Duração: 55 min. 16 anos

Criação, direção e interpretação: Kleber Lourenço

Co-direção e direção de arte: Marcondes Lima

Figurinos: Luciano Pontes

Cenografia: Bruno Vilela

Trilha Sonora Original: Zé Guilherme Allen

Criação e Operação de Luz: Luciana Raposo

Um mergulho no corpo deste negro imerso numa cultura pós-moderna, para discutir questões como miscigenação, cruzamento de informações e comportamento social. Oito contos do livro “Contos Negreiros” – do escritor pernambucano Marcelino Freire – servem de base para a dramaturgia. Trabalhadores do Brasil, Alemães vão à guerra, Nação Zumbi, Esquece, Nossa Rainha, Curso superior, Para Iemanjá e Meu negro de estimação abordam o preconceito racial. Uma literatura – e uma dança –  que expõe o problema sem nenhum véu.

 

>    Jandira

Sábado, 28, 20h. R$10 e 5.

Duração: 40min. 16 anos

Execução de Luz: Luciana Raposo

Execução de Som: José Neto

Concepção, interpretação, direção e coreografia: Kleber Lourenço

Baseado no poema Jandira de Murilo Mendes

Colaboradores e Orientação Geral: Marcondes Lima e Arnaldo Siqueira

Criação de Luz: Saulo Uchôa

Trilha Sonora: Julio Moraes

Jandira é um espetáculo que une princípios conceituais de linguagens artísticas específicas como teatro, dança e performance, partindo da literatura como construção dramatúrgica. Traz como fonte de inspiração a poesia modernista do escritor mineiro Murilo Mendes, para falar de construções arquetípicas do universo feminino.

 

>   Estar Aqui ou Ali?

Dom, 29,  17h. Ponto de encontro no Teatro às 16h30

Duração: 120min. Livre

Criação, Pesquisa e Interpretação: Kleber Lourenço

Co-Criação e Colaboração Dramatúrgica: Jorge Alencar

Colaboração de Pesquisa Teórica: Roberta Ramos

Trilha Sonora Original: Missionário José

Operação de som: DJ Mozart Santos

Colaboração na Direção de Arte: Java Araújo e Gabriel Azevedo

Designer Gráfico: Gabriel Azevedo

Produção e Realização: Visível Núcleo de Criação

É um espetáculo/intervenção que faz um diálogo entre corpo e espaço urbano. Acontece em espaços públicos ou de convívio social, deslocando-se por diferentes espaços e provocando trânsitos geográficos e temporais. Navega pelo espaço público e privado, invade corpos disponíveis para construir um guia prático, histórico e sentimental da ocupação. Um karokê, um protesto, uma interrupção no caminho.


Biografia do Artista: Kleber Lourenço é ator, bailarino, coreógrafo, encenador e arte-educador, graduado no Curso de Licenciatura em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Pernambuco. Diretor artístico e fundador do Visível Núcleo de Criação, coordenador/fundador do coletivo Colaborativo Permanência e do projeto Curta Teatro, que promove o intercâmbio entre cineastas e atores.

 

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Negro de Estimação

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 Alice Ripoll (Rio de Janeiro) 16 a 27 de maio

> Que as saídas sejam múltiplas + Cornaca

70 min. Livre.

Sex, buy dia 18 e 25 às 15h . Entrada Franca (Sessão Educativa)

Sex, dia 18 e 25 ;  Sab, 19 e 26 às 20h. Domingo 20 e 27, 19h.

R$ 10 e 5 (meia)

>Que as saídas sejam múltiplas

Dois corpos extremamente próximos. É possível perceber o cheiro, o gosto, a textura da  pele. Conhecer seus detalhes, cicatrizes, se surpreender com uma gota de suor que escorre, com um dente torto, um pêlo que vai na direção contrária.

O afeto está nas grandes cidades se espremendo entre os muros que se escondem atrás de pessoas duras. Os muros usam as pessoas como forma de se protegerem deles mesmos. E também da violência, da falta de colo, da falta de leite, da fome, da miséria. Os muros estão tão solitários. “e a essa hora tardia como procurar amigo?”

Pesquisando encaixes, movimentos onde ora um leva o outro, ora é levado, “Que as saídas sejam múltiplas” investiga a relação de proximidade entre dois corpos, duas pessoas. Para tal, fazemos uso de elementos que delimitam um espaço específico, como uma cadeira, um colchão, fendas nas roupas e os próprios encaixes corporais. Além das limitações espaciais concretas, o uso de tais elementos cria imagens de limites metafóricos com suas impossibilidades e prazeres.

> Cornaca

“Cornaca” é um espetáculo que aborda o universo dos afetos. Cinco homens em cena passam por situações e coreografias que sugerem as mais variadas maneiras de se relacionarem. Amizade, competição, luta, exclusão, cuidado.

Com relação à movimentação, a pesquisa aborda diferentes possibilidades de contatos corporais e deslocamentos decorrentes destes contatos, sugerindo encaixes cada vez mais elaborados. Cada encontro entre dois ou mais intérpretes constrói situações idiossincráticas e atmosferas carregadas de imagens inusitadas.

 Ficha Técnica dos espetáculos:

“Que as saídas sejam múltiplas”

Direção e interpretação: Alice Ripoll e Fernando Klipel

Colaboração no processo de criação: Alex Cassal, Daniela Wiemer, Juliana Medella e Letícia Nabuco

“Cornaca”

Direção: Alice Ripoll e Juliana Medella

Criação: Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Lima, Leandro Coala e Liuz LA

Bailarinos: Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Coala e Liuz LA

Assistência de ensaios: Anita Tandeta

Realização: Cia R.E.C – Reação em Cadeia

Concepção do projeto: Alice Ripoll

Direção de produção: Tatiana Garcias

Produção executiva: Náshara Silveira

Iluminação: Leandro Barreto

Figurino: Paula Ströher

Assessoria de imprensa: Mônica Riani

Programação visual: Roberto Unterladstaetter

Fotos: Tiago Rivaldo

Operador de som: Anita Tandeta

Operador de luz: Cecília Ripoll

Agradecimentos especiais: Alexandre Belfort, Anita Tandeta, Paula Ströher, Renato Linhares, Tiago Rivaldo e Ricardo Kelsch (Correria Produções).

Agradecimentos “Que as saídas sejam múltiplas”: Alice De Marchi, Camila Moura, Carolina Cony, Cecilia Ripoll, Celina Portella, Denise Stutz, Iolanda de Oliveira Reis,  Jamil Cardoso, Joana Guimarães, Julia Eizirik, Laura Sämy, Leila Ripoll, Maria Luiza Blauth Klipel, Nelson Eizirik, Roseane Milani, Theo Dubeux, Thiago Granato.

Agradecimentos “Cornaca”: Cláudia Ribeiro, Chiara Krengiel, Creche São Sebastião, Diogo Moraes, Instituto Prósaber, Isadora Medella, Maísa Aguiar, Paulo César Medeiros, Renato Oliveira, Sullivan Santos, Thiago Granato.

Este projeto foi contemplado com o Fundo de Apoio a Dança/FADA 2011 da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.

Além dos espetáculos, durante as duas semanas de ocupação, Alice Ripoll oferecerá oficinas e a cada quarta feira um debate diferente!

Dias 16, 17, 23 e 24 de maio das 10hrs às 12hrs, Oficinas Gratuitas!

A oficina abordará a linguagem de movimento pesquisada pela coreógrafa Alice Ripoll, tanto em seu duo com Fernando Klipel, quanto com a cia REC. Pesquisaremos como a observação e contato com o outro podem proporcionar diferentes possibilidades de criação. O princípio é desenvolver uma curiosidade e uma percepção refinada sobre as formas, texturas, superfícies de apoio, peso e discursos de outras pessoas. A premissa é que, quando um corpo se deixa ser atravessado por outros, ao invés de soma ocorre uma complexa multiplicação, criando novos espaços no mundo.

Público alvo: bailarinos ou atores com experiência corporal.

Dia 16 de maio, Às 20hrs- Corpo.doc, com Dani Lima, Silvia Soter e Alice Ripoll

Dani Lima, em algumas quartas do Dança Pra Cacilda, vai partilhar parte de seus 2 anos de pesquisa para o projeto “100 gestos que marcaram o século XX”, patrocinado pela Petrobras.

Entre as atividades, a mostra de uma série de entrevistas gravadas com profissionais de varias áreas sobre as idéias de gesto dentro de suas práticas; discussões e palestras.

Para abordar a memória do corpo através de sua inscrição no gesto, vamos tentar elucidar as diferentes possibilidades de leitura e interpretação das idéias de  gesto. As atividades do Corpo.Doc serão divididas em temas.

O tema desta quarta é :  Gesto e Corpo
Palestrante convidada: Silvia Soter
O que entendemos por gesto a partir de uma abordagem de educação somática? O que diferencia gesto e movimento, korpse e soma?
Participação da artista da semana: Alice Ripoll
Mediação – Dani Lima

Apresentação dos textos “Le geste manquant” e “Gesto e percepção” de Hubert Godard.

Exibição de vídeos de fragmentos de espetáculos!
ENTRADA FRANCA!!

Dia 23 de maio, é dia de Sofá da Cacilda!

O Sofá da Cacilda é um bate papo entre grupos de estudo, coletivos e outros convidados que falam sobre urbanismo, políticas culturais, história e outros assuntos da vida da cidade.

O Dança Pra Cacilda oferece uma noite aconchegante, o sofá, chá e biscoitos, e os grupos e público nos presenteiam com ideias e boas discussões e encontros.

Na quarta do dia 23 de maio, às 20hrs, Alice Ripoll, o arquiteto Pedro Rivera e o artista e fundador do coletivo Brecha, Patrick Sampaio, falam sobre o trânsito cultural nas cidades.

Entrada GRATUITA!

Biografia da Companhia:  A cia R.E.C. – Reação em Cadeia surgiu há dois anos, atualmente é dirigida por Alice Ripoll e conta com os intérpretes criadores Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Lenadro Coala e Liuz LA. O grupo se conheceu a partir de aulas de dança contemporânea com a professora Juliana Medella dentro da ONG Pró Saber. Após se desvincularem da ONG, Alice Ripoll e Juliana Medella dirigiram juntas o espetáculo Cornaca, que teve sua estréia no Festival Panorama da Dança (RJ), em 2010, e já foi apresentado no Centro Coreográfico (RJ) e no SESC Pompéia (SP), no projeto Primeiro Passo.

Biografia dos Artistas: Alice Ripoll e Fernando Klipel são bailarinos e criadores atuantes no Rio de Janeiro. Já trabalharam com diretores como João Saldanha, Dani Lima e Alex Cassal. Se conheceram durante as filmagens do vídeo dança “Jornada ao umbigo do mundo” (Dir.: Alex Cassal e Alice Ripoll), e a partir daí começaram uma parceria criativa que teve como resultado o trabalho “Que as saídas sejam múltiplas”. O espetáculo teve sua estréia no Festival Panorama da Dança 2008, ficou em temporada no Teatro Gláucio Gil (RJ), e foi apresentado no Festival Habana Vieja: Ciudad en Movimiento, em Havana, Cuba, em abril de 2009.
Kleber Lourenço  25 a 29 de abril

>  Negro de Estimação

Sex, for sale 27,  15h. Entrada Franca (Sessão Educativa)

Sex,27, 20h. R$10 e 5.

Duração: 55 min. 16 anos

Criação, direção e interpretação: Kleber Lourenço

Co-direção e direção de arte: Marcondes Lima

Figurinos: Luciano Pontes

Cenografia: Bruno Vilela

Trilha Sonora Original: Zé Guilherme Allen

Criação e Operação de Luz: Luciana Raposo

Um mergulho no corpo deste negro imerso numa cultura pós-moderna, para discutir questões como miscigenação, cruzamento de informações e comportamento social. Oito contos do livro “Contos Negreiros” – do escritor pernambucano Marcelino Freire – servem de base para a dramaturgia. Trabalhadores do Brasil, Alemães vão à guerra, Nação Zumbi, Esquece, Nossa Rainha, Curso superior, Para Iemanjá e Meu negro de estimação abordam o preconceito racial. Uma literatura – e uma dança –  que expõe o problema sem nenhum véu.

 

>    Jandira

Sábado, 28, 20h. R$10 e 5.

Duração: 40min. 16 anos

Execução de Luz: Luciana Raposo

Execução de Som: José Neto

Concepção, interpretação, direção e coreografia: Kleber Lourenço

Baseado no poema Jandira de Murilo Mendes

Colaboradores e Orientação Geral: Marcondes Lima e Arnaldo Siqueira

Criação de Luz: Saulo Uchôa

Trilha Sonora: Julio Moraes

Jandira é um espetáculo que une princípios conceituais de linguagens artísticas específicas como teatro, dança e performance, partindo da literatura como construção dramatúrgica. Traz como fonte de inspiração a poesia modernista do escritor mineiro Murilo Mendes, para falar de construções arquetípicas do universo feminino.

 

>   Estar Aqui ou Ali?

Dom, 29,  17h. Ponto de encontro no Teatro às 16h30

Duração: 120min. Livre

Criação, Pesquisa e Interpretação: Kleber Lourenço

Co-Criação e Colaboração Dramatúrgica: Jorge Alencar

Colaboração de Pesquisa Teórica: Roberta Ramos

Trilha Sonora Original: Missionário José

Operação de som: DJ Mozart Santos

Colaboração na Direção de Arte: Java Araújo e Gabriel Azevedo

Designer Gráfico: Gabriel Azevedo

Produção e Realização: Visível Núcleo de Criação

É um espetáculo/intervenção que faz um diálogo entre corpo e espaço urbano. Acontece em espaços públicos ou de convívio social, deslocando-se por diferentes espaços e provocando trânsitos geográficos e temporais. Navega pelo espaço público e privado, invade corpos disponíveis para construir um guia prático, histórico e sentimental da ocupação. Um karokê, um protesto, uma interrupção no caminho.


Biografia do Artista: Kleber Lourenço é ator, bailarino, coreógrafo, encenador e arte-educador, graduado no Curso de Licenciatura em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Pernambuco. Diretor artístico e fundador do Visível Núcleo de Criação, coordenador/fundador do coletivo Colaborativo Permanência e do projeto Curta Teatro, que promove o intercâmbio entre cineastas e atores.

 

Oficina:

25 e 26 de abril de 10h às 12h30

Dança contemporânea com foco na investigação corporal e reflexão das poéticas do corpo e da cena. O objetivo geral é abordar procedimentos das linguagens da dança, teatro e performance através de treinamentos corporais que contribuem para construção de um corpo cênico. Serão vivenciadas técnicas que abrangem o estudo de corpo, movimento, improvisação e treinamento energético direcionadas para uma visão somática da construção corporal.

Público alvo: Jovens acima de 16 anos com alguma experiência artística . 20 vagas.

 

Políticas do Corpo:

Dia 25/04, quarta feira,  às 20hrs

Kleber Lourenço e alguns integrantes da Rede de Novos Coreógrafos Negros de Dança Contemporânea do Rio de Janeiro conduzirão uma noite de discussões sobre os lugares ocupados por artistas negros (as) brasileiros (as) e pelas danças negras na dança contemporânea brasileira.

Trata-se de uma iniciativa que visa mobilizar agentes da classe para a necessidade de pensar bem sobre isso, olhar para si, e a partir daí buscar transform-ações.

 

Vídeos dos Espetáculos

Negro de Estimação

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Estar aqui ou ali?

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Links Interessantes:

Visível Núcleo de Criação: http://visivelnucleo.blogspot.com.br/

Flickr do Visível Núcleo de Criação:  http://visivelnucleo.blogspot.com.br/
Kleber Lourenço 

25 a 29 de abril

>  Negro de Estimação

Sex, price 27,  15h. Entrada Franca

 Sex,27, 20h. R$10 e 5.

Duração: 55 min. 16 anos

Criação, direção e interpretação: Kleber Lourenço

Co-direção e direção de arte: Marcondes Lima

Figurinos: Luciano Pontes

Cenografia: Bruno Vilela

Trilha Sonora Original: Zé Guilherme Allen

Criação e Operação de Luz: Luciana Raposo

Um mergulho no corpo deste negro imerso numa cultura pós-moderna, para discutir questões como miscigenação, cruzamento de informações e comportamento social. Oito contos do livro “Contos Negreiros” – do escritor pernambucano Marcelino Freire – servem de base para a dramaturgia. Trabalhadores do Brasil, Alemães vão à guerra, Nação Zumbi, Esquece, Nossa Rainha, Curso superior, Para Iemanjá e Meu negro de estimação abordam o preconceito racial. Uma literatura – e uma dança –  que expõe o problema sem nenhum véu.

 

>    Jandira

Sábado, 28, 20h. R$10 e 5.

Duração: 40min. 16 anos

Execução de Luz: Luciana Raposo

Execução de Som: José Neto

Concepção, interpretação, direção e coreografia: Kleber Lourenço

Baseado no poema Jandira de Murilo Mendes

Colaboradores e Orientação Geral: Marcondes Lima e Arnaldo Siqueira

Criação de Luz: Saulo Uchôa

Trilha Sonora: Julio Moraes

Jandira é um espetáculo que une princípios conceituais de linguagens artísticas específicas como teatro, dança e performance, partindo da literatura como construção dramatúrgica. Traz como fonte de inspiração a poesia modernista do escritor mineiro Murilo Mendes, para falar de construções arquetípicas do universo feminino.

 

>   Estar Aqui ou Ali?

Dom, 29,  17h. Ponto de encontro no Teatro às 16h30

Duração: 120min. Livre

Criação, Pesquisa e Interpretação: Kleber Lourenço

Co-Criação e Colaboração Dramatúrgica: Jorge Alencar

Colaboração de Pesquisa Teórica: Roberta Ramos

Trilha Sonora Original: Missionário José

Operação de som: DJ Mozart Santos

Colaboração na Direção de Arte: Java Araújo e Gabriel Azevedo

Designer Gráfico: Gabriel Azevedo

Produção e Realização: Visível Núcleo de Criação

É um espetáculo/intervenção que faz um diálogo entre corpo e espaço urbano. Acontece em espaços públicos ou de convívio social, deslocando-se por diferentes espaços e provocando trânsitos geográficos e temporais. Navega pelo espaço público e privado, invade corpos disponíveis para construir um guia prático, histórico e sentimental da ocupação. Um karokê, um protesto, uma interrupção no caminho.


Biografia do Artista: Kleber Lourenço é ator, bailarino, coreógrafo, encenador e arte-educador, graduado no Curso de Licenciatura em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Pernambuco. Diretor artístico e fundador do Visível Núcleo de Criação, coordenador/fundador do coletivo Colaborativo Permanência e do projeto Curta Teatro, que promove o intercâmbio entre cineastas e atores.

 

Vídeos dos Espetáculos

Negro de Estimação

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Estar aqui ou ali?

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Links Interessantes:

Visível Núcleo de Criação: http://visivelnucleo.blogspot.com.br/

Flickr do Visível Núcleo de Criação:  http://visivelnucleo.blogspot.com.br/
 Alice Ripoll (Rio de Janeiro) 16 a 27 de maio

> Que as saídas sejam múltiplas + Cornaca

70 min. Livre.

Sex, buy dia 18 e 25 às 15h . Entrada Franca (Sessão Educativa)

Sex, dia 18 e 25 ;  Sab, 19 e 26 às 20h. Domingo 20 e 27, 19h.

R$ 10 e 5 (meia)

>Que as saídas sejam múltiplas

Dois corpos extremamente próximos. É possível perceber o cheiro, o gosto, a textura da  pele. Conhecer seus detalhes, cicatrizes, se surpreender com uma gota de suor que escorre, com um dente torto, um pêlo que vai na direção contrária.

O afeto está nas grandes cidades se espremendo entre os muros que se escondem atrás de pessoas duras. Os muros usam as pessoas como forma de se protegerem deles mesmos. E também da violência, da falta de colo, da falta de leite, da fome, da miséria. Os muros estão tão solitários. “e a essa hora tardia como procurar amigo?”

Pesquisando encaixes, movimentos onde ora um leva o outro, ora é levado, “Que as saídas sejam múltiplas” investiga a relação de proximidade entre dois corpos, duas pessoas. Para tal, fazemos uso de elementos que delimitam um espaço específico, como uma cadeira, um colchão, fendas nas roupas e os próprios encaixes corporais. Além das limitações espaciais concretas, o uso de tais elementos cria imagens de limites metafóricos com suas impossibilidades e prazeres.

> Cornaca

“Cornaca” é um espetáculo que aborda o universo dos afetos. Cinco homens em cena passam por situações e coreografias que sugerem as mais variadas maneiras de se relacionarem. Amizade, competição, luta, exclusão, cuidado.

Com relação à movimentação, a pesquisa aborda diferentes possibilidades de contatos corporais e deslocamentos decorrentes destes contatos, sugerindo encaixes cada vez mais elaborados. Cada encontro entre dois ou mais intérpretes constrói situações idiossincráticas e atmosferas carregadas de imagens inusitadas.

 Ficha Técnica dos espetáculos:

“Que as saídas sejam múltiplas”

Direção e interpretação: Alice Ripoll e Fernando Klipel

Colaboração no processo de criação: Alex Cassal, Daniela Wiemer, Juliana Medella e Letícia Nabuco

“Cornaca”

Direção: Alice Ripoll e Juliana Medella

Criação: Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Lima, Leandro Coala e Liuz LA

Bailarinos: Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Coala e Liuz LA

Assistência de ensaios: Anita Tandeta

Realização: Cia R.E.C – Reação em Cadeia

Concepção do projeto: Alice Ripoll

Direção de produção: Tatiana Garcias

Produção executiva: Náshara Silveira

Iluminação: Leandro Barreto

Figurino: Paula Ströher

Assessoria de imprensa: Mônica Riani

Programação visual: Roberto Unterladstaetter

Fotos: Tiago Rivaldo

Operador de som: Anita Tandeta

Operador de luz: Cecília Ripoll

Agradecimentos especiais: Alexandre Belfort, Anita Tandeta, Paula Ströher, Renato Linhares, Tiago Rivaldo e Ricardo Kelsch (Correria Produções).

Agradecimentos “Que as saídas sejam múltiplas”: Alice De Marchi, Camila Moura, Carolina Cony, Cecilia Ripoll, Celina Portella, Denise Stutz, Iolanda de Oliveira Reis,  Jamil Cardoso, Joana Guimarães, Julia Eizirik, Laura Sämy, Leila Ripoll, Maria Luiza Blauth Klipel, Nelson Eizirik, Roseane Milani, Theo Dubeux, Thiago Granato.

Agradecimentos “Cornaca”: Cláudia Ribeiro, Chiara Krengiel, Creche São Sebastião, Diogo Moraes, Instituto Prósaber, Isadora Medella, Maísa Aguiar, Paulo César Medeiros, Renato Oliveira, Sullivan Santos, Thiago Granato.

Este projeto foi contemplado com o Fundo de Apoio a Dança/FADA 2011 da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.

Além dos espetáculos, durante as duas semanas de ocupação, Alice Ripoll oferecerá oficinas e a cada quarta feira um debate diferente!

Dias 16, 17, 23 e 24 de maio das 10hrs às 12hrs, Oficinas Gratuitas!

A oficina abordará a linguagem de movimento pesquisada pela coreógrafa Alice Ripoll, tanto em seu duo com Fernando Klipel, quanto com a cia REC. Pesquisaremos como a observação e contato com o outro podem proporcionar diferentes possibilidades de criação. O princípio é desenvolver uma curiosidade e uma percepção refinada sobre as formas, texturas, superfícies de apoio, peso e discursos de outras pessoas. A premissa é que, quando um corpo se deixa ser atravessado por outros, ao invés de soma ocorre uma complexa multiplicação, criando novos espaços no mundo.

Público alvo: bailarinos ou atores com experiência corporal.

Dia 16 de maio, Às 20hrs- Corpo.doc, com Dani Lima, Silvia Soter e Alice Ripoll

Dani Lima, em algumas quartas do Dança Pra Cacilda, vai partilhar parte de seus 2 anos de pesquisa para o projeto “100 gestos que marcaram o século XX”, patrocinado pela Petrobras.

Entre as atividades, a mostra de uma série de entrevistas gravadas com profissionais de varias áreas sobre as idéias de gesto dentro de suas práticas; discussões e palestras.

Para abordar a memória do corpo através de sua inscrição no gesto, vamos tentar elucidar as diferentes possibilidades de leitura e interpretação das idéias de  gesto. As atividades do Corpo.Doc serão divididas em temas.

O tema desta quarta é :  Gesto e Corpo
Palestrante convidada: Silvia Soter
O que entendemos por gesto a partir de uma abordagem de educação somática? O que diferencia gesto e movimento, korpse e soma?
Participação da artista da semana: Alice Ripoll
Mediação – Dani Lima

Apresentação dos textos “Le geste manquant” e “Gesto e percepção” de Hubert Godard.

Exibição de vídeos de fragmentos de espetáculos!
ENTRADA FRANCA!!

Dia 23 de maio, é dia de Sofá da Cacilda!

O Sofá da Cacilda é um bate papo entre grupos de estudo, coletivos e outros convidados que falam sobre urbanismo, políticas culturais, história e outros assuntos da vida da cidade.

O Dança Pra Cacilda oferece uma noite aconchegante, o sofá, chá e biscoitos, e os grupos e público nos presenteiam com ideias e boas discussões e encontros.

Na quarta do dia 23 de maio, às 20hrs, Alice Ripoll, o arquiteto Pedro Rivera e o artista e fundador do coletivo Brecha, Patrick Sampaio, falam sobre o trânsito cultural nas cidades.

Entrada GRATUITA!

Biografia da Companhia:  A cia R.E.C. – Reação em Cadeia surgiu há dois anos, atualmente é dirigida por Alice Ripoll e conta com os intérpretes criadores Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Lenadro Coala e Liuz LA. O grupo se conheceu a partir de aulas de dança contemporânea com a professora Juliana Medella dentro da ONG Pró Saber. Após se desvincularem da ONG, Alice Ripoll e Juliana Medella dirigiram juntas o espetáculo Cornaca, que teve sua estréia no Festival Panorama da Dança (RJ), em 2010, e já foi apresentado no Centro Coreográfico (RJ) e no SESC Pompéia (SP), no projeto Primeiro Passo.

Biografia dos Artistas: Alice Ripoll e Fernando Klipel são bailarinos e criadores atuantes no Rio de Janeiro. Já trabalharam com diretores como João Saldanha, Dani Lima e Alex Cassal. Se conheceram durante as filmagens do vídeo dança “Jornada ao umbigo do mundo” (Dir.: Alex Cassal e Alice Ripoll), e a partir daí começaram uma parceria criativa que teve como resultado o trabalho “Que as saídas sejam múltiplas”. O espetáculo teve sua estréia no Festival Panorama da Dança 2008, ficou em temporada no Teatro Gláucio Gil (RJ), e foi apresentado no Festival Habana Vieja: Ciudad en Movimiento, em Havana, Cuba, em abril de 2009.
Kleber Lourenço  25 a 29 de abril

>  Negro de Estimação

Sex, for sale 27,  15h. Entrada Franca (Sessão Educativa)

Sex,27, 20h. R$10 e 5.

Duração: 55 min. 16 anos

Criação, direção e interpretação: Kleber Lourenço

Co-direção e direção de arte: Marcondes Lima

Figurinos: Luciano Pontes

Cenografia: Bruno Vilela

Trilha Sonora Original: Zé Guilherme Allen

Criação e Operação de Luz: Luciana Raposo

Um mergulho no corpo deste negro imerso numa cultura pós-moderna, para discutir questões como miscigenação, cruzamento de informações e comportamento social. Oito contos do livro “Contos Negreiros” – do escritor pernambucano Marcelino Freire – servem de base para a dramaturgia. Trabalhadores do Brasil, Alemães vão à guerra, Nação Zumbi, Esquece, Nossa Rainha, Curso superior, Para Iemanjá e Meu negro de estimação abordam o preconceito racial. Uma literatura – e uma dança –  que expõe o problema sem nenhum véu.

 

>    Jandira

Sábado, 28, 20h. R$10 e 5.

Duração: 40min. 16 anos

Execução de Luz: Luciana Raposo

Execução de Som: José Neto

Concepção, interpretação, direção e coreografia: Kleber Lourenço

Baseado no poema Jandira de Murilo Mendes

Colaboradores e Orientação Geral: Marcondes Lima e Arnaldo Siqueira

Criação de Luz: Saulo Uchôa

Trilha Sonora: Julio Moraes

Jandira é um espetáculo que une princípios conceituais de linguagens artísticas específicas como teatro, dança e performance, partindo da literatura como construção dramatúrgica. Traz como fonte de inspiração a poesia modernista do escritor mineiro Murilo Mendes, para falar de construções arquetípicas do universo feminino.

 

>   Estar Aqui ou Ali?

Dom, 29,  17h. Ponto de encontro no Teatro às 16h30

Duração: 120min. Livre

Criação, Pesquisa e Interpretação: Kleber Lourenço

Co-Criação e Colaboração Dramatúrgica: Jorge Alencar

Colaboração de Pesquisa Teórica: Roberta Ramos

Trilha Sonora Original: Missionário José

Operação de som: DJ Mozart Santos

Colaboração na Direção de Arte: Java Araújo e Gabriel Azevedo

Designer Gráfico: Gabriel Azevedo

Produção e Realização: Visível Núcleo de Criação

É um espetáculo/intervenção que faz um diálogo entre corpo e espaço urbano. Acontece em espaços públicos ou de convívio social, deslocando-se por diferentes espaços e provocando trânsitos geográficos e temporais. Navega pelo espaço público e privado, invade corpos disponíveis para construir um guia prático, histórico e sentimental da ocupação. Um karokê, um protesto, uma interrupção no caminho.


Biografia do Artista: Kleber Lourenço é ator, bailarino, coreógrafo, encenador e arte-educador, graduado no Curso de Licenciatura em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Pernambuco. Diretor artístico e fundador do Visível Núcleo de Criação, coordenador/fundador do coletivo Colaborativo Permanência e do projeto Curta Teatro, que promove o intercâmbio entre cineastas e atores.

 

Oficina:

25 e 26 de abril de 10h às 12h30

Dança contemporânea com foco na investigação corporal e reflexão das poéticas do corpo e da cena. O objetivo geral é abordar procedimentos das linguagens da dança, teatro e performance através de treinamentos corporais que contribuem para construção de um corpo cênico. Serão vivenciadas técnicas que abrangem o estudo de corpo, movimento, improvisação e treinamento energético direcionadas para uma visão somática da construção corporal.

Público alvo: Jovens acima de 16 anos com alguma experiência artística . 20 vagas.

 

Políticas do Corpo:

Dia 25/04, quarta feira,  às 20hrs

Kleber Lourenço e alguns integrantes da Rede de Novos Coreógrafos Negros de Dança Contemporânea do Rio de Janeiro conduzirão uma noite de discussões sobre os lugares ocupados por artistas negros (as) brasileiros (as) e pelas danças negras na dança contemporânea brasileira.

Trata-se de uma iniciativa que visa mobilizar agentes da classe para a necessidade de pensar bem sobre isso, olhar para si, e a partir daí buscar transform-ações.

 

Vídeos dos Espetáculos

Negro de Estimação

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Estar aqui ou ali?

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Ricardo Marinelli (Curitiba) – 02 a 13 de maio

 >   Não alimente os animais

Sex, cheap 04 e 11 às  15h. Dom, nurse 06 , às 17h. Entrada Franca

40min. Livre

 Uma ação de e com Ricardo Marinelli

Conceito visual e make up Aurélio Dominoni

Uma ação performática em logradouros públicos ao redor do teatro, que quer tirar debaixo do tapete alguns assuntos relativamente incômodos. Ana Princesa dos Cabelos Mágicos (que é também Ricardo Marinelli) é uma travesqueen de rua, que atua durante o dia e evidencia o tratamento zoológico que é dado ao corpo travesti e/ou transexual. A ação dura por volta de 40 minutos, sendo que Princesa rasteja pelas mesmas calçadas várias vezes.

 

 

 

 

> Pelo a menos no país das maravilhas

Sextas e sábados , 04, 05, 11 e 12 de maio, às 20h. R$ 10 e 5

30min. 16 anos

Projeto de investigação coreográfica que vasculha os pormenores do corpo masculino, tentando buscar no movimento deste corpo, indicações de liberdade de ação e questionando os ditames de identidade a ele propostos a partir de seu nascimento. A idéia é aproximar-se do princípio que partindo do que é mais íntimo se pode alcançar sensações universais.

 

 

 

> Ensaio aberto –  O Pequeno Príncipe está Apaixonado pelo Pinocchio, que quer trepar com com a Alice , que quer morar com o Pequeno Príncipe no Asteróide B612

Dom, 13 de maio às 19h. Entrada Franca

A construção da obra tem como ponto de partida físico e dramatúrgico um triângulo amoroso apresentado no título do projeto e a composição visual vem sendo pensada a partir de uma coleção de objetos que conectam esses personagens à intimidade de Ricardo Marinelli, que assina a concepção e direção da peça. Partindo daí a criação pretende discutir cenicamente questões relativas à transexualidade, amor e intimidades.

Esta é uma das criações que integra o projeto de manutenção do Couve-flor minicomunidade artística mundial, fincanciado com recursos do programa Petrobrás Cultural, e tem estreia prevista para agosto de 2012. Além de Ricardo integram a equipe o diretor Marcio Abreu (colaboração dramatúrgica), o designer e diretor de arte Aurélio Dominoni (Conceito Visual); o músico Leo Fressato (Design de som) e a diretora e iluminadora Nadja Naira (Design de luz).

O projeto Dança para Cacilda recebe o primeiro ensaio aberto da criação, que vem sendo desenvolvida desde o começo de março.

Entrada Franca

Biografia do Artista: Ricardo Marinelli é artista, pesquisador e gestor de projetos em arte contemporânea. Licenciado em Educação Física e Mestre em Educação pela UFPR, entre 2004 e 2009 recebeu 7 prêmios de diferentes instituições suas criações e eventos, com os quais tem circulado por diversos festivais no Brasil e no mundo.