Projeto Educativo

 Alice Ripoll (Rio de Janeiro) 16 a 27 de maio

> Que as saídas sejam múltiplas + Cornaca

70 min. Livre.

Sex, stomach dia 18 e 25 às 15h . Entrada Franca (Sessão Educativa)

Sex, buy dia 18 e 25 ;  Sab, 19 e 26 às 20h. Domingo 20 e 27, 19h.

R$ 10 e 5 (meia)

>Que as saídas sejam múltiplas

Dois corpos extremamente próximos. É possível perceber o cheiro, o gosto, a textura da  pele. Conhecer seus detalhes, cicatrizes, se surpreender com uma gota de suor que escorre, com um dente torto, um pêlo que vai na direção contrária.

O afeto está nas grandes cidades se espremendo entre os muros que se escondem atrás de pessoas duras. Os muros usam as pessoas como forma de se protegerem deles mesmos. E também da violência, da falta de colo, da falta de leite, da fome, da miséria. Os muros estão tão solitários. “e a essa hora tardia como procurar amigo?”

Pesquisando encaixes, movimentos onde ora um leva o outro, ora é levado, “Que as saídas sejam múltiplas” investiga a relação de proximidade entre dois corpos, duas pessoas. Para tal, fazemos uso de elementos que delimitam um espaço específico, como uma cadeira, um colchão, fendas nas roupas e os próprios encaixes corporais. Além das limitações espaciais concretas, o uso de tais elementos cria imagens de limites metafóricos com suas impossibilidades e prazeres.

> Cornaca

“Cornaca” é um espetáculo que aborda o universo dos afetos. Cinco homens em cena passam por situações e coreografias que sugerem as mais variadas maneiras de se relacionarem. Amizade, competição, luta, exclusão, cuidado.

Com relação à movimentação, a pesquisa aborda diferentes possibilidades de contatos corporais e deslocamentos decorrentes destes contatos, sugerindo encaixes cada vez mais elaborados. Cada encontro entre dois ou mais intérpretes constrói situações idiossincráticas e atmosferas carregadas de imagens inusitadas.

 Ficha Técnica dos espetáculos:

“Que as saídas sejam múltiplas”

Direção e interpretação: Alice Ripoll e Fernando Klipel

Colaboração no processo de criação: Alex Cassal, Daniela Wiemer, Juliana Medella e Letícia Nabuco

“Cornaca”

Direção: Alice Ripoll e Juliana Medella

Criação: Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Lima, Leandro Coala e Liuz LA

Bailarinos: Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Coala e Liuz LA

Assistência de ensaios: Anita Tandeta

Realização: Cia R.E.C – Reação em Cadeia

Concepção do projeto: Alice Ripoll

Direção de produção: Tatiana Garcias

Produção executiva: Náshara Silveira

Iluminação: Leandro Barreto

Figurino: Paula Ströher

Assessoria de imprensa: Mônica Riani

Programação visual: Roberto Unterladstaetter

Fotos: Tiago Rivaldo

Operador de som: Anita Tandeta

Operador de luz: Cecília Ripoll

Agradecimentos especiais: Alexandre Belfort, Anita Tandeta, Paula Ströher, Renato Linhares, Tiago Rivaldo e Ricardo Kelsch (Correria Produções).

Agradecimentos “Que as saídas sejam múltiplas”: Alice De Marchi, Camila Moura, Carolina Cony, Cecilia Ripoll, Celina Portella, Denise Stutz, Iolanda de Oliveira Reis,  Jamil Cardoso, Joana Guimarães, Julia Eizirik, Laura Sämy, Leila Ripoll, Maria Luiza Blauth Klipel, Nelson Eizirik, Roseane Milani, Theo Dubeux, Thiago Granato.

Agradecimentos “Cornaca”: Cláudia Ribeiro, Chiara Krengiel, Creche São Sebastião, Diogo Moraes, Instituto Prósaber, Isadora Medella, Maísa Aguiar, Paulo César Medeiros, Renato Oliveira, Sullivan Santos, Thiago Granato.

Este projeto foi contemplado com o Fundo de Apoio a Dança/FADA 2011 da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.

Biografia da Companhia:  A cia R.E.C. – Reação em Cadeia surgiu há dois anos, atualmente é dirigida por Alice Ripoll e conta com os intérpretes criadores Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Lenadro Coala e Liuz LA. O grupo se conheceu a partir de aulas de dança contemporânea com a professora Juliana Medella dentro da ONG Pró Saber. Após se desvincularem da ONG, Alice Ripoll e Juliana Medella dirigiram juntas o espetáculo Cornaca, que teve sua estréia no Festival Panorama da Dança (RJ), em 2010, e já foi apresentado no Centro Coreográfico (RJ) e no SESC Pompéia (SP), no projeto Primeiro Passo.

Biografia dos Artistas: Alice Ripoll e Fernando Klipel são bailarinos e criadores atuantes no Rio de Janeiro. Já trabalharam com diretores como João Saldanha, Dani Lima e Alex Cassal. Se conheceram durante as filmagens do vídeo dança “Jornada ao umbigo do mundo” (Dir.: Alex Cassal e Alice Ripoll), e a partir daí começaram uma parceria criativa que teve como resultado o trabalho “Que as saídas sejam múltiplas”. O espetáculo teve sua estréia no Festival Panorama da Dança 2008, ficou em temporada no Teatro Gláucio Gil (RJ), e foi apresentado no Festival Habana Vieja: Ciudad en Movimiento, em Havana, Cuba, em abril de 2009.
 Alice Ripoll (Rio de Janeiro) 16 a 27 de maio

> Que as saídas sejam múltiplas + Cornaca

70 min. Livre.

Sex, stomach dia 18 e 25 às 15h . Entrada Franca (Sessão Educativa)

Sex, buy dia 18 e 25 ;  Sab, 19 e 26 às 20h. Domingo 20 e 27, 19h.

R$ 10 e 5 (meia)

>Que as saídas sejam múltiplas

Dois corpos extremamente próximos. É possível perceber o cheiro, o gosto, a textura da  pele. Conhecer seus detalhes, cicatrizes, se surpreender com uma gota de suor que escorre, com um dente torto, um pêlo que vai na direção contrária.

O afeto está nas grandes cidades se espremendo entre os muros que se escondem atrás de pessoas duras. Os muros usam as pessoas como forma de se protegerem deles mesmos. E também da violência, da falta de colo, da falta de leite, da fome, da miséria. Os muros estão tão solitários. “e a essa hora tardia como procurar amigo?”

Pesquisando encaixes, movimentos onde ora um leva o outro, ora é levado, “Que as saídas sejam múltiplas” investiga a relação de proximidade entre dois corpos, duas pessoas. Para tal, fazemos uso de elementos que delimitam um espaço específico, como uma cadeira, um colchão, fendas nas roupas e os próprios encaixes corporais. Além das limitações espaciais concretas, o uso de tais elementos cria imagens de limites metafóricos com suas impossibilidades e prazeres.

> Cornaca

“Cornaca” é um espetáculo que aborda o universo dos afetos. Cinco homens em cena passam por situações e coreografias que sugerem as mais variadas maneiras de se relacionarem. Amizade, competição, luta, exclusão, cuidado.

Com relação à movimentação, a pesquisa aborda diferentes possibilidades de contatos corporais e deslocamentos decorrentes destes contatos, sugerindo encaixes cada vez mais elaborados. Cada encontro entre dois ou mais intérpretes constrói situações idiossincráticas e atmosferas carregadas de imagens inusitadas.

 Ficha Técnica dos espetáculos:

“Que as saídas sejam múltiplas”

Direção e interpretação: Alice Ripoll e Fernando Klipel

Colaboração no processo de criação: Alex Cassal, Daniela Wiemer, Juliana Medella e Letícia Nabuco

“Cornaca”

Direção: Alice Ripoll e Juliana Medella

Criação: Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Lima, Leandro Coala e Liuz LA

Bailarinos: Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Coala e Liuz LA

Assistência de ensaios: Anita Tandeta

Realização: Cia R.E.C – Reação em Cadeia

Concepção do projeto: Alice Ripoll

Direção de produção: Tatiana Garcias

Produção executiva: Náshara Silveira

Iluminação: Leandro Barreto

Figurino: Paula Ströher

Assessoria de imprensa: Mônica Riani

Programação visual: Roberto Unterladstaetter

Fotos: Tiago Rivaldo

Operador de som: Anita Tandeta

Operador de luz: Cecília Ripoll

Agradecimentos especiais: Alexandre Belfort, Anita Tandeta, Paula Ströher, Renato Linhares, Tiago Rivaldo e Ricardo Kelsch (Correria Produções).

Agradecimentos “Que as saídas sejam múltiplas”: Alice De Marchi, Camila Moura, Carolina Cony, Cecilia Ripoll, Celina Portella, Denise Stutz, Iolanda de Oliveira Reis,  Jamil Cardoso, Joana Guimarães, Julia Eizirik, Laura Sämy, Leila Ripoll, Maria Luiza Blauth Klipel, Nelson Eizirik, Roseane Milani, Theo Dubeux, Thiago Granato.

Agradecimentos “Cornaca”: Cláudia Ribeiro, Chiara Krengiel, Creche São Sebastião, Diogo Moraes, Instituto Prósaber, Isadora Medella, Maísa Aguiar, Paulo César Medeiros, Renato Oliveira, Sullivan Santos, Thiago Granato.

Este projeto foi contemplado com o Fundo de Apoio a Dança/FADA 2011 da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.

Biografia da Companhia:  A cia R.E.C. – Reação em Cadeia surgiu há dois anos, atualmente é dirigida por Alice Ripoll e conta com os intérpretes criadores Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Lenadro Coala e Liuz LA. O grupo se conheceu a partir de aulas de dança contemporânea com a professora Juliana Medella dentro da ONG Pró Saber. Após se desvincularem da ONG, Alice Ripoll e Juliana Medella dirigiram juntas o espetáculo Cornaca, que teve sua estréia no Festival Panorama da Dança (RJ), em 2010, e já foi apresentado no Centro Coreográfico (RJ) e no SESC Pompéia (SP), no projeto Primeiro Passo.

Biografia dos Artistas: Alice Ripoll e Fernando Klipel são bailarinos e criadores atuantes no Rio de Janeiro. Já trabalharam com diretores como João Saldanha, Dani Lima e Alex Cassal. Se conheceram durante as filmagens do vídeo dança “Jornada ao umbigo do mundo” (Dir.: Alex Cassal e Alice Ripoll), e a partir daí começaram uma parceria criativa que teve como resultado o trabalho “Que as saídas sejam múltiplas”. O espetáculo teve sua estréia no Festival Panorama da Dança 2008, ficou em temporada no Teatro Gláucio Gil (RJ), e foi apresentado no Festival Habana Vieja: Ciudad en Movimiento, em Havana, Cuba, em abril de 2009.
O projeto prevê o teatro aberto de quarta a domingo, capsule com uma grade básica que a cada semana é complementada e transformada pelo artista ou coletivo convidado. Um dos objetivos principais da ocupação é promover o encontro entre espetáculos e jovens públicos, dosage estudantes de todas as idades e moradores do entornos que normalmente não frequentam espaços culturais.

Com a experiência de 5 anos do projeto educativo da Associação Cultural Panorama, que atua no Ponto de Cultura Espaço Panorama, no projeto Entrando na Dança e no Festival Panorama, atrairemos o público dos bairros adjacentes, escolas ,projetos sociais, bailarinos e pesquisadores de arte. Só no ano passado a equipe educativa levou mais de 4 mil crianças, jovens e adultos aos espetáculos e oficinas que realizamos.

O projeto Entrando na Dança, nome da cartela de ações educativas da Associação Cultural Panorama desde 2008, assume a interface com a formação de novas plateias também no Cacilda, compondo assim uma agenda educativa gratuita e diversificada.

Além de oficinas e laboratórios abertos, toda sexta-feira o Cacilda se abre para estudantes e projetos educativos em uma sessão especial, seguida de conversa com os artistas, sempre às 15h.  Para agendar seu grupo ou receber mais informações entre em contato pelo mail formacao.cacilda@panoramafestival.com ou ligue para: 21 7944 0304

Programação de sessões educativas:

13 de julho, 15h

Jorge Alencar, Grupo Dimenti

Um corpo que causa
 30 minutos. LIVRE

Um ato coreomusical que embaralha diferentes referências musicais e corporais para criar dimensões possíveis de corpo, subjetividade, prazeres e afetos. O trabalho propõe estratégias de produção de sexualidades como espaços de delírio.

Jorge Alencar é criador em dança, teatro e audiovisual. Fundador e diretor artístico do Dimenti desde 1998, é também mestre em artes cênicas pelo PPGAC-UFBA e comunicólogo pela UCSAL.

 

06 de julho, 15h

Neto Machado, Grupo Dimenti

KODAK
50min. Livre

Neste trabalho tudo se ergue e se desmancha com a mesma facilidade. Kodak é uma dança em frames, um toyart coreográfico, uma peça analógica sobre uma era digital. Está em jogo outra percepção do movimento e do que ele pode gerar.

Neto Machado é coreografo e também atua nas áreas de teatro e artes visuais. Integrante do Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial. Seus trabalhos já circularam pelos principais festivais do país e já foram premiados por importantes programas de dança, artes visuais e teatro.

 

20 de abril, 15h

Fabian Gandini (Argentina) 

Pieza para pequeño efecto

Pequenos objetos são apresentados em uma mesa. Sutilmente se tornam personagens de um misterioso filme feito ao vivo. O espetáculo é criado ali, sob o olhar do público, que é chamado a testemunhar simultaneamente diferentes instâncias do processo criativo: sua criação, o próprio acontecimento de sua construção; e sua reprodução, com seus sentidos modificados, durante o ato da projeção. Uma mesa com pedaços de cartolinas, tesoura, alfinetes, uma câmera, uma luminária e bonequinhos de corda. Uma experiência que instiga o público a ver que a apresentação e a representação fazem parte de um mesmo processo criativo e sensorial.

 

 

27 de abril, 15hrs

Kleber Lourenço (Recife)

Negro de Estimação

Um mergulho no corpo de um negro imerso na cultura pós-moderna para discutir questões como miscigenação, cruzamento de informações e comportamento social. Oito contos do livro Contos Negreiros – do escritor pernambucano Marcelino Freire – servem de base para a dramaturgia. Uma literatura – e uma dança –  que expõe o problema das identidades raciais brasileiras sem nenhum véu.

 04  e  11 de maio, as  15hrs

Ricardo Marinelli (Curitiba) 

>Não alimente os animais

Uma ação performática em logradouros públicos ao redor do teatro, que quer tirar debaixo do tapete alguns assuntos relativamente incômodos. Ana Princesa dos Cabelos Mágicos (que é também Ricardo Marinelli) é uma travesqueen de rua, que atua durante o dia e evidencia o tratamento zoológico que é dado ao corpo travesti e/ou transexual. A ação dura por volta de 40 minutos.

 

16 e 27 de maio, as  15hrs

Alice Ripoll (Rio de Janeiro)

>Cornaca

Seis rapazes em cena passam por situações e coreografias que sugerem as mais variadas maneiras de se relacionarem. Amizade, competição, luta, exclusão, cuidado. A pesquisa de movimento aborda diferentes possibilidades de contatos corporais e deslocamentos decorrentes destes contatos, sugerindo encaixes cada vez mais elaborados. Cada encontro entre dois ou mais intérpretes constrói situações carregadas de imagens inusitadas.

> Que as saídas sejam múltiplas

Pesquisando encaixes onde ora um leva o outro, ora é levado, a dupla investiga a relação de proximidade entre dois corpos. Elementos que delimitam um espaço específico, como uma cadeira, um colchão, fendas nas roupas e os próprios encaixes corporais, criam limites metafóricos com suas impossibilidades e prazeres.

2 Comments

  1. heloisa moraes cardoso

    gostaria incluir grupo de adolescentes ao projeto das sextas feiras.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *