NOVÍSSIMOS

 Alice Ripoll (Rio de Janeiro) 16 a 27 de maio

> Que as saídas sejam múltiplas + Cornaca

70 min. Livre.

Sex, stomach dia 18 e 25 às 15h . Entrada Franca (Sessão Educativa)

Sex, buy dia 18 e 25 ;  Sab, 19 e 26 às 20h. Domingo 20 e 27, 19h.

R$ 10 e 5 (meia)

>Que as saídas sejam múltiplas

Dois corpos extremamente próximos. É possível perceber o cheiro, o gosto, a textura da  pele. Conhecer seus detalhes, cicatrizes, se surpreender com uma gota de suor que escorre, com um dente torto, um pêlo que vai na direção contrária.

O afeto está nas grandes cidades se espremendo entre os muros que se escondem atrás de pessoas duras. Os muros usam as pessoas como forma de se protegerem deles mesmos. E também da violência, da falta de colo, da falta de leite, da fome, da miséria. Os muros estão tão solitários. “e a essa hora tardia como procurar amigo?”

Pesquisando encaixes, movimentos onde ora um leva o outro, ora é levado, “Que as saídas sejam múltiplas” investiga a relação de proximidade entre dois corpos, duas pessoas. Para tal, fazemos uso de elementos que delimitam um espaço específico, como uma cadeira, um colchão, fendas nas roupas e os próprios encaixes corporais. Além das limitações espaciais concretas, o uso de tais elementos cria imagens de limites metafóricos com suas impossibilidades e prazeres.

> Cornaca

“Cornaca” é um espetáculo que aborda o universo dos afetos. Cinco homens em cena passam por situações e coreografias que sugerem as mais variadas maneiras de se relacionarem. Amizade, competição, luta, exclusão, cuidado.

Com relação à movimentação, a pesquisa aborda diferentes possibilidades de contatos corporais e deslocamentos decorrentes destes contatos, sugerindo encaixes cada vez mais elaborados. Cada encontro entre dois ou mais intérpretes constrói situações idiossincráticas e atmosferas carregadas de imagens inusitadas.

 Ficha Técnica dos espetáculos:

“Que as saídas sejam múltiplas”

Direção e interpretação: Alice Ripoll e Fernando Klipel

Colaboração no processo de criação: Alex Cassal, Daniela Wiemer, Juliana Medella e Letícia Nabuco

“Cornaca”

Direção: Alice Ripoll e Juliana Medella

Criação: Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Lima, Leandro Coala e Liuz LA

Bailarinos: Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Coala e Liuz LA

Assistência de ensaios: Anita Tandeta

Realização: Cia R.E.C – Reação em Cadeia

Concepção do projeto: Alice Ripoll

Direção de produção: Tatiana Garcias

Produção executiva: Náshara Silveira

Iluminação: Leandro Barreto

Figurino: Paula Ströher

Assessoria de imprensa: Mônica Riani

Programação visual: Roberto Unterladstaetter

Fotos: Tiago Rivaldo

Operador de som: Anita Tandeta

Operador de luz: Cecília Ripoll

Agradecimentos especiais: Alexandre Belfort, Anita Tandeta, Paula Ströher, Renato Linhares, Tiago Rivaldo e Ricardo Kelsch (Correria Produções).

Agradecimentos “Que as saídas sejam múltiplas”: Alice De Marchi, Camila Moura, Carolina Cony, Cecilia Ripoll, Celina Portella, Denise Stutz, Iolanda de Oliveira Reis,  Jamil Cardoso, Joana Guimarães, Julia Eizirik, Laura Sämy, Leila Ripoll, Maria Luiza Blauth Klipel, Nelson Eizirik, Roseane Milani, Theo Dubeux, Thiago Granato.

Agradecimentos “Cornaca”: Cláudia Ribeiro, Chiara Krengiel, Creche São Sebastião, Diogo Moraes, Instituto Prósaber, Isadora Medella, Maísa Aguiar, Paulo César Medeiros, Renato Oliveira, Sullivan Santos, Thiago Granato.

Este projeto foi contemplado com o Fundo de Apoio a Dança/FADA 2011 da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.

Biografia da Companhia:  A cia R.E.C. – Reação em Cadeia surgiu há dois anos, atualmente é dirigida por Alice Ripoll e conta com os intérpretes criadores Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Lenadro Coala e Liuz LA. O grupo se conheceu a partir de aulas de dança contemporânea com a professora Juliana Medella dentro da ONG Pró Saber. Após se desvincularem da ONG, Alice Ripoll e Juliana Medella dirigiram juntas o espetáculo Cornaca, que teve sua estréia no Festival Panorama da Dança (RJ), em 2010, e já foi apresentado no Centro Coreográfico (RJ) e no SESC Pompéia (SP), no projeto Primeiro Passo.

Biografia dos Artistas: Alice Ripoll e Fernando Klipel são bailarinos e criadores atuantes no Rio de Janeiro. Já trabalharam com diretores como João Saldanha, Dani Lima e Alex Cassal. Se conheceram durante as filmagens do vídeo dança “Jornada ao umbigo do mundo” (Dir.: Alex Cassal e Alice Ripoll), e a partir daí começaram uma parceria criativa que teve como resultado o trabalho “Que as saídas sejam múltiplas”. O espetáculo teve sua estréia no Festival Panorama da Dança 2008, ficou em temporada no Teatro Gláucio Gil (RJ), e foi apresentado no Festival Habana Vieja: Ciudad en Movimiento, em Havana, Cuba, em abril de 2009.
 Alice Ripoll (Rio de Janeiro) 16 a 27 de maio

> Que as saídas sejam múltiplas + Cornaca

70 min. Livre.

Sex, stomach dia 18 e 25 às 15h . Entrada Franca (Sessão Educativa)

Sex, buy dia 18 e 25 ;  Sab, 19 e 26 às 20h. Domingo 20 e 27, 19h.

R$ 10 e 5 (meia)

>Que as saídas sejam múltiplas

Dois corpos extremamente próximos. É possível perceber o cheiro, o gosto, a textura da  pele. Conhecer seus detalhes, cicatrizes, se surpreender com uma gota de suor que escorre, com um dente torto, um pêlo que vai na direção contrária.

O afeto está nas grandes cidades se espremendo entre os muros que se escondem atrás de pessoas duras. Os muros usam as pessoas como forma de se protegerem deles mesmos. E também da violência, da falta de colo, da falta de leite, da fome, da miséria. Os muros estão tão solitários. “e a essa hora tardia como procurar amigo?”

Pesquisando encaixes, movimentos onde ora um leva o outro, ora é levado, “Que as saídas sejam múltiplas” investiga a relação de proximidade entre dois corpos, duas pessoas. Para tal, fazemos uso de elementos que delimitam um espaço específico, como uma cadeira, um colchão, fendas nas roupas e os próprios encaixes corporais. Além das limitações espaciais concretas, o uso de tais elementos cria imagens de limites metafóricos com suas impossibilidades e prazeres.

> Cornaca

“Cornaca” é um espetáculo que aborda o universo dos afetos. Cinco homens em cena passam por situações e coreografias que sugerem as mais variadas maneiras de se relacionarem. Amizade, competição, luta, exclusão, cuidado.

Com relação à movimentação, a pesquisa aborda diferentes possibilidades de contatos corporais e deslocamentos decorrentes destes contatos, sugerindo encaixes cada vez mais elaborados. Cada encontro entre dois ou mais intérpretes constrói situações idiossincráticas e atmosferas carregadas de imagens inusitadas.

 Ficha Técnica dos espetáculos:

“Que as saídas sejam múltiplas”

Direção e interpretação: Alice Ripoll e Fernando Klipel

Colaboração no processo de criação: Alex Cassal, Daniela Wiemer, Juliana Medella e Letícia Nabuco

“Cornaca”

Direção: Alice Ripoll e Juliana Medella

Criação: Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Lima, Leandro Coala e Liuz LA

Bailarinos: Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Coala e Liuz LA

Assistência de ensaios: Anita Tandeta

Realização: Cia R.E.C – Reação em Cadeia

Concepção do projeto: Alice Ripoll

Direção de produção: Tatiana Garcias

Produção executiva: Náshara Silveira

Iluminação: Leandro Barreto

Figurino: Paula Ströher

Assessoria de imprensa: Mônica Riani

Programação visual: Roberto Unterladstaetter

Fotos: Tiago Rivaldo

Operador de som: Anita Tandeta

Operador de luz: Cecília Ripoll

Agradecimentos especiais: Alexandre Belfort, Anita Tandeta, Paula Ströher, Renato Linhares, Tiago Rivaldo e Ricardo Kelsch (Correria Produções).

Agradecimentos “Que as saídas sejam múltiplas”: Alice De Marchi, Camila Moura, Carolina Cony, Cecilia Ripoll, Celina Portella, Denise Stutz, Iolanda de Oliveira Reis,  Jamil Cardoso, Joana Guimarães, Julia Eizirik, Laura Sämy, Leila Ripoll, Maria Luiza Blauth Klipel, Nelson Eizirik, Roseane Milani, Theo Dubeux, Thiago Granato.

Agradecimentos “Cornaca”: Cláudia Ribeiro, Chiara Krengiel, Creche São Sebastião, Diogo Moraes, Instituto Prósaber, Isadora Medella, Maísa Aguiar, Paulo César Medeiros, Renato Oliveira, Sullivan Santos, Thiago Granato.

Este projeto foi contemplado com o Fundo de Apoio a Dança/FADA 2011 da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.

Biografia da Companhia:  A cia R.E.C. – Reação em Cadeia surgiu há dois anos, atualmente é dirigida por Alice Ripoll e conta com os intérpretes criadores Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Lenadro Coala e Liuz LA. O grupo se conheceu a partir de aulas de dança contemporânea com a professora Juliana Medella dentro da ONG Pró Saber. Após se desvincularem da ONG, Alice Ripoll e Juliana Medella dirigiram juntas o espetáculo Cornaca, que teve sua estréia no Festival Panorama da Dança (RJ), em 2010, e já foi apresentado no Centro Coreográfico (RJ) e no SESC Pompéia (SP), no projeto Primeiro Passo.

Biografia dos Artistas: Alice Ripoll e Fernando Klipel são bailarinos e criadores atuantes no Rio de Janeiro. Já trabalharam com diretores como João Saldanha, Dani Lima e Alex Cassal. Se conheceram durante as filmagens do vídeo dança “Jornada ao umbigo do mundo” (Dir.: Alex Cassal e Alice Ripoll), e a partir daí começaram uma parceria criativa que teve como resultado o trabalho “Que as saídas sejam múltiplas”. O espetáculo teve sua estréia no Festival Panorama da Dança 2008, ficou em temporada no Teatro Gláucio Gil (RJ), e foi apresentado no Festival Habana Vieja: Ciudad en Movimiento, em Havana, Cuba, em abril de 2009.
O projeto prevê o teatro aberto de quarta a domingo, capsule com uma grade básica que a cada semana é complementada e transformada pelo artista ou coletivo convidado. Um dos objetivos principais da ocupação é promover o encontro entre espetáculos e jovens públicos, dosage estudantes de todas as idades e moradores do entornos que normalmente não frequentam espaços culturais.

Com a experiência de 5 anos do projeto educativo da Associação Cultural Panorama, que atua no Ponto de Cultura Espaço Panorama, no projeto Entrando na Dança e no Festival Panorama, atrairemos o público dos bairros adjacentes, escolas ,projetos sociais, bailarinos e pesquisadores de arte. Só no ano passado a equipe educativa levou mais de 4 mil crianças, jovens e adultos aos espetáculos e oficinas que realizamos.

O projeto Entrando na Dança, nome da cartela de ações educativas da Associação Cultural Panorama desde 2008, assume a interface com a formação de novas plateias também no Cacilda, compondo assim uma agenda educativa gratuita e diversificada.

Além de oficinas e laboratórios abertos, toda sexta-feira o Cacilda se abre para estudantes e projetos educativos em uma sessão especial, seguida de conversa com os artistas, sempre às 15h.  Para agendar seu grupo ou receber mais informações entre em contato pelo mail formacao.cacilda@panoramafestival.com ou ligue para: 21 7944 0304

Programação de sessões educativas:

13 de julho, 15h

Jorge Alencar, Grupo Dimenti

Um corpo que causa
 30 minutos. LIVRE

Um ato coreomusical que embaralha diferentes referências musicais e corporais para criar dimensões possíveis de corpo, subjetividade, prazeres e afetos. O trabalho propõe estratégias de produção de sexualidades como espaços de delírio.

Jorge Alencar é criador em dança, teatro e audiovisual. Fundador e diretor artístico do Dimenti desde 1998, é também mestre em artes cênicas pelo PPGAC-UFBA e comunicólogo pela UCSAL.

 

06 de julho, 15h

Neto Machado, Grupo Dimenti

KODAK
50min. Livre

Neste trabalho tudo se ergue e se desmancha com a mesma facilidade. Kodak é uma dança em frames, um toyart coreográfico, uma peça analógica sobre uma era digital. Está em jogo outra percepção do movimento e do que ele pode gerar.

Neto Machado é coreografo e também atua nas áreas de teatro e artes visuais. Integrante do Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial. Seus trabalhos já circularam pelos principais festivais do país e já foram premiados por importantes programas de dança, artes visuais e teatro.

 

20 de abril, 15h

Fabian Gandini (Argentina) 

Pieza para pequeño efecto

Pequenos objetos são apresentados em uma mesa. Sutilmente se tornam personagens de um misterioso filme feito ao vivo. O espetáculo é criado ali, sob o olhar do público, que é chamado a testemunhar simultaneamente diferentes instâncias do processo criativo: sua criação, o próprio acontecimento de sua construção; e sua reprodução, com seus sentidos modificados, durante o ato da projeção. Uma mesa com pedaços de cartolinas, tesoura, alfinetes, uma câmera, uma luminária e bonequinhos de corda. Uma experiência que instiga o público a ver que a apresentação e a representação fazem parte de um mesmo processo criativo e sensorial.

 

 

27 de abril, 15hrs

Kleber Lourenço (Recife)

Negro de Estimação

Um mergulho no corpo de um negro imerso na cultura pós-moderna para discutir questões como miscigenação, cruzamento de informações e comportamento social. Oito contos do livro Contos Negreiros – do escritor pernambucano Marcelino Freire – servem de base para a dramaturgia. Uma literatura – e uma dança –  que expõe o problema das identidades raciais brasileiras sem nenhum véu.

 04  e  11 de maio, as  15hrs

Ricardo Marinelli (Curitiba) 

>Não alimente os animais

Uma ação performática em logradouros públicos ao redor do teatro, que quer tirar debaixo do tapete alguns assuntos relativamente incômodos. Ana Princesa dos Cabelos Mágicos (que é também Ricardo Marinelli) é uma travesqueen de rua, que atua durante o dia e evidencia o tratamento zoológico que é dado ao corpo travesti e/ou transexual. A ação dura por volta de 40 minutos.

 

16 e 27 de maio, as  15hrs

Alice Ripoll (Rio de Janeiro)

>Cornaca

Seis rapazes em cena passam por situações e coreografias que sugerem as mais variadas maneiras de se relacionarem. Amizade, competição, luta, exclusão, cuidado. A pesquisa de movimento aborda diferentes possibilidades de contatos corporais e deslocamentos decorrentes destes contatos, sugerindo encaixes cada vez mais elaborados. Cada encontro entre dois ou mais intérpretes constrói situações carregadas de imagens inusitadas.

> Que as saídas sejam múltiplas

Pesquisando encaixes onde ora um leva o outro, ora é levado, a dupla investiga a relação de proximidade entre dois corpos. Elementos que delimitam um espaço específico, como uma cadeira, um colchão, fendas nas roupas e os próprios encaixes corporais, criam limites metafóricos com suas impossibilidades e prazeres.
 Alice Ripoll (Rio de Janeiro) 16 a 27 de maio

> Que as saídas sejam múltiplas + Cornaca

70 min. Livre.

Sex, stomach dia 18 e 25 às 15h . Entrada Franca (Sessão Educativa)

Sex, buy dia 18 e 25 ;  Sab, 19 e 26 às 20h. Domingo 20 e 27, 19h.

R$ 10 e 5 (meia)

>Que as saídas sejam múltiplas

Dois corpos extremamente próximos. É possível perceber o cheiro, o gosto, a textura da  pele. Conhecer seus detalhes, cicatrizes, se surpreender com uma gota de suor que escorre, com um dente torto, um pêlo que vai na direção contrária.

O afeto está nas grandes cidades se espremendo entre os muros que se escondem atrás de pessoas duras. Os muros usam as pessoas como forma de se protegerem deles mesmos. E também da violência, da falta de colo, da falta de leite, da fome, da miséria. Os muros estão tão solitários. “e a essa hora tardia como procurar amigo?”

Pesquisando encaixes, movimentos onde ora um leva o outro, ora é levado, “Que as saídas sejam múltiplas” investiga a relação de proximidade entre dois corpos, duas pessoas. Para tal, fazemos uso de elementos que delimitam um espaço específico, como uma cadeira, um colchão, fendas nas roupas e os próprios encaixes corporais. Além das limitações espaciais concretas, o uso de tais elementos cria imagens de limites metafóricos com suas impossibilidades e prazeres.

> Cornaca

“Cornaca” é um espetáculo que aborda o universo dos afetos. Cinco homens em cena passam por situações e coreografias que sugerem as mais variadas maneiras de se relacionarem. Amizade, competição, luta, exclusão, cuidado.

Com relação à movimentação, a pesquisa aborda diferentes possibilidades de contatos corporais e deslocamentos decorrentes destes contatos, sugerindo encaixes cada vez mais elaborados. Cada encontro entre dois ou mais intérpretes constrói situações idiossincráticas e atmosferas carregadas de imagens inusitadas.

 Ficha Técnica dos espetáculos:

“Que as saídas sejam múltiplas”

Direção e interpretação: Alice Ripoll e Fernando Klipel

Colaboração no processo de criação: Alex Cassal, Daniela Wiemer, Juliana Medella e Letícia Nabuco

“Cornaca”

Direção: Alice Ripoll e Juliana Medella

Criação: Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Lima, Leandro Coala e Liuz LA

Bailarinos: Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Coala e Liuz LA

Assistência de ensaios: Anita Tandeta

Realização: Cia R.E.C – Reação em Cadeia

Concepção do projeto: Alice Ripoll

Direção de produção: Tatiana Garcias

Produção executiva: Náshara Silveira

Iluminação: Leandro Barreto

Figurino: Paula Ströher

Assessoria de imprensa: Mônica Riani

Programação visual: Roberto Unterladstaetter

Fotos: Tiago Rivaldo

Operador de som: Anita Tandeta

Operador de luz: Cecília Ripoll

Agradecimentos especiais: Alexandre Belfort, Anita Tandeta, Paula Ströher, Renato Linhares, Tiago Rivaldo e Ricardo Kelsch (Correria Produções).

Agradecimentos “Que as saídas sejam múltiplas”: Alice De Marchi, Camila Moura, Carolina Cony, Cecilia Ripoll, Celina Portella, Denise Stutz, Iolanda de Oliveira Reis,  Jamil Cardoso, Joana Guimarães, Julia Eizirik, Laura Sämy, Leila Ripoll, Maria Luiza Blauth Klipel, Nelson Eizirik, Roseane Milani, Theo Dubeux, Thiago Granato.

Agradecimentos “Cornaca”: Cláudia Ribeiro, Chiara Krengiel, Creche São Sebastião, Diogo Moraes, Instituto Prósaber, Isadora Medella, Maísa Aguiar, Paulo César Medeiros, Renato Oliveira, Sullivan Santos, Thiago Granato.

Este projeto foi contemplado com o Fundo de Apoio a Dança/FADA 2011 da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.

Biografia da Companhia:  A cia R.E.C. – Reação em Cadeia surgiu há dois anos, atualmente é dirigida por Alice Ripoll e conta com os intérpretes criadores Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Lenadro Coala e Liuz LA. O grupo se conheceu a partir de aulas de dança contemporânea com a professora Juliana Medella dentro da ONG Pró Saber. Após se desvincularem da ONG, Alice Ripoll e Juliana Medella dirigiram juntas o espetáculo Cornaca, que teve sua estréia no Festival Panorama da Dança (RJ), em 2010, e já foi apresentado no Centro Coreográfico (RJ) e no SESC Pompéia (SP), no projeto Primeiro Passo.

Biografia dos Artistas: Alice Ripoll e Fernando Klipel são bailarinos e criadores atuantes no Rio de Janeiro. Já trabalharam com diretores como João Saldanha, Dani Lima e Alex Cassal. Se conheceram durante as filmagens do vídeo dança “Jornada ao umbigo do mundo” (Dir.: Alex Cassal e Alice Ripoll), e a partir daí começaram uma parceria criativa que teve como resultado o trabalho “Que as saídas sejam múltiplas”. O espetáculo teve sua estréia no Festival Panorama da Dança 2008, ficou em temporada no Teatro Gláucio Gil (RJ), e foi apresentado no Festival Habana Vieja: Ciudad en Movimiento, em Havana, Cuba, em abril de 2009.
O projeto prevê o teatro aberto de quarta a domingo, capsule com uma grade básica que a cada semana é complementada e transformada pelo artista ou coletivo convidado. Um dos objetivos principais da ocupação é promover o encontro entre espetáculos e jovens públicos, dosage estudantes de todas as idades e moradores do entornos que normalmente não frequentam espaços culturais.

Com a experiência de 5 anos do projeto educativo da Associação Cultural Panorama, que atua no Ponto de Cultura Espaço Panorama, no projeto Entrando na Dança e no Festival Panorama, atrairemos o público dos bairros adjacentes, escolas ,projetos sociais, bailarinos e pesquisadores de arte. Só no ano passado a equipe educativa levou mais de 4 mil crianças, jovens e adultos aos espetáculos e oficinas que realizamos.

O projeto Entrando na Dança, nome da cartela de ações educativas da Associação Cultural Panorama desde 2008, assume a interface com a formação de novas plateias também no Cacilda, compondo assim uma agenda educativa gratuita e diversificada.

Além de oficinas e laboratórios abertos, toda sexta-feira o Cacilda se abre para estudantes e projetos educativos em uma sessão especial, seguida de conversa com os artistas, sempre às 15h.  Para agendar seu grupo ou receber mais informações entre em contato pelo mail formacao.cacilda@panoramafestival.com ou ligue para: 21 7944 0304

Programação de sessões educativas:

13 de julho, 15h

Jorge Alencar, Grupo Dimenti

Um corpo que causa
 30 minutos. LIVRE

Um ato coreomusical que embaralha diferentes referências musicais e corporais para criar dimensões possíveis de corpo, subjetividade, prazeres e afetos. O trabalho propõe estratégias de produção de sexualidades como espaços de delírio.

Jorge Alencar é criador em dança, teatro e audiovisual. Fundador e diretor artístico do Dimenti desde 1998, é também mestre em artes cênicas pelo PPGAC-UFBA e comunicólogo pela UCSAL.

 

06 de julho, 15h

Neto Machado, Grupo Dimenti

KODAK
50min. Livre

Neste trabalho tudo se ergue e se desmancha com a mesma facilidade. Kodak é uma dança em frames, um toyart coreográfico, uma peça analógica sobre uma era digital. Está em jogo outra percepção do movimento e do que ele pode gerar.

Neto Machado é coreografo e também atua nas áreas de teatro e artes visuais. Integrante do Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial. Seus trabalhos já circularam pelos principais festivais do país e já foram premiados por importantes programas de dança, artes visuais e teatro.

 

20 de abril, 15h

Fabian Gandini (Argentina) 

Pieza para pequeño efecto

Pequenos objetos são apresentados em uma mesa. Sutilmente se tornam personagens de um misterioso filme feito ao vivo. O espetáculo é criado ali, sob o olhar do público, que é chamado a testemunhar simultaneamente diferentes instâncias do processo criativo: sua criação, o próprio acontecimento de sua construção; e sua reprodução, com seus sentidos modificados, durante o ato da projeção. Uma mesa com pedaços de cartolinas, tesoura, alfinetes, uma câmera, uma luminária e bonequinhos de corda. Uma experiência que instiga o público a ver que a apresentação e a representação fazem parte de um mesmo processo criativo e sensorial.

 

 

27 de abril, 15hrs

Kleber Lourenço (Recife)

Negro de Estimação

Um mergulho no corpo de um negro imerso na cultura pós-moderna para discutir questões como miscigenação, cruzamento de informações e comportamento social. Oito contos do livro Contos Negreiros – do escritor pernambucano Marcelino Freire – servem de base para a dramaturgia. Uma literatura – e uma dança –  que expõe o problema das identidades raciais brasileiras sem nenhum véu.

 04  e  11 de maio, as  15hrs

Ricardo Marinelli (Curitiba) 

>Não alimente os animais

Uma ação performática em logradouros públicos ao redor do teatro, que quer tirar debaixo do tapete alguns assuntos relativamente incômodos. Ana Princesa dos Cabelos Mágicos (que é também Ricardo Marinelli) é uma travesqueen de rua, que atua durante o dia e evidencia o tratamento zoológico que é dado ao corpo travesti e/ou transexual. A ação dura por volta de 40 minutos.

 

16 e 27 de maio, as  15hrs

Alice Ripoll (Rio de Janeiro)

>Cornaca

Seis rapazes em cena passam por situações e coreografias que sugerem as mais variadas maneiras de se relacionarem. Amizade, competição, luta, exclusão, cuidado. A pesquisa de movimento aborda diferentes possibilidades de contatos corporais e deslocamentos decorrentes destes contatos, sugerindo encaixes cada vez mais elaborados. Cada encontro entre dois ou mais intérpretes constrói situações carregadas de imagens inusitadas.

> Que as saídas sejam múltiplas

Pesquisando encaixes onde ora um leva o outro, ora é levado, a dupla investiga a relação de proximidade entre dois corpos. Elementos que delimitam um espaço específico, como uma cadeira, um colchão, fendas nas roupas e os próprios encaixes corporais, criam limites metafóricos com suas impossibilidades e prazeres.
O projeto prevê o teatro aberto de quarta a domingo, diagnosis com uma grade básica que a cada semana é complementada e transformada pelo artista ou coletivo convidado. Um dos objetivos principais da ocupação é promover o encontro entre espetáculos e jovens públicos, estudantes de todas as idades e moradores do entornos que normalmente não frequentam espaços culturais.

Com a experiência de 5 anos do projeto educativo da Associação Cultural Panorama, que atua no Ponto de Cultura Espaço Panorama, no projeto Entrando na Dança e no Festival Panorama, atrairemos o público dos bairros adjacentes, escolas ,projetos sociais, bailarinos e pesquisadores de arte. Só no ano passado a equipe educativa levou mais de 4 mil crianças, jovens e adultos aos espetáculos e oficinas que realizamos.

O projeto Entrando na Dança, nome da cartela de ações educativas da Associação Cultural Panorama desde 2008, assume a interface com a formação de novas plateias também no Cacilda, compondo assim uma agenda educativa gratuita e diversificada. Além de oficinas e laboratórios abertos, toda sexta-feira o Cacilda se abre para estudantes e projetos educativos em uma sessão especial, seguida de conversa com os artistas, sempre às 15h.  Para agendar seu grupo ou receber mais informações entre em contato pelo mail formação.cacilda@panoramafestival.com
 Alice Ripoll (Rio de Janeiro) 16 a 27 de maio

> Que as saídas sejam múltiplas + Cornaca

70 min. Livre.

Sex, stomach dia 18 e 25 às 15h . Entrada Franca (Sessão Educativa)

Sex, buy dia 18 e 25 ;  Sab, 19 e 26 às 20h. Domingo 20 e 27, 19h.

R$ 10 e 5 (meia)

>Que as saídas sejam múltiplas

Dois corpos extremamente próximos. É possível perceber o cheiro, o gosto, a textura da  pele. Conhecer seus detalhes, cicatrizes, se surpreender com uma gota de suor que escorre, com um dente torto, um pêlo que vai na direção contrária.

O afeto está nas grandes cidades se espremendo entre os muros que se escondem atrás de pessoas duras. Os muros usam as pessoas como forma de se protegerem deles mesmos. E também da violência, da falta de colo, da falta de leite, da fome, da miséria. Os muros estão tão solitários. “e a essa hora tardia como procurar amigo?”

Pesquisando encaixes, movimentos onde ora um leva o outro, ora é levado, “Que as saídas sejam múltiplas” investiga a relação de proximidade entre dois corpos, duas pessoas. Para tal, fazemos uso de elementos que delimitam um espaço específico, como uma cadeira, um colchão, fendas nas roupas e os próprios encaixes corporais. Além das limitações espaciais concretas, o uso de tais elementos cria imagens de limites metafóricos com suas impossibilidades e prazeres.

> Cornaca

“Cornaca” é um espetáculo que aborda o universo dos afetos. Cinco homens em cena passam por situações e coreografias que sugerem as mais variadas maneiras de se relacionarem. Amizade, competição, luta, exclusão, cuidado.

Com relação à movimentação, a pesquisa aborda diferentes possibilidades de contatos corporais e deslocamentos decorrentes destes contatos, sugerindo encaixes cada vez mais elaborados. Cada encontro entre dois ou mais intérpretes constrói situações idiossincráticas e atmosferas carregadas de imagens inusitadas.

 Ficha Técnica dos espetáculos:

“Que as saídas sejam múltiplas”

Direção e interpretação: Alice Ripoll e Fernando Klipel

Colaboração no processo de criação: Alex Cassal, Daniela Wiemer, Juliana Medella e Letícia Nabuco

“Cornaca”

Direção: Alice Ripoll e Juliana Medella

Criação: Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Lima, Leandro Coala e Liuz LA

Bailarinos: Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Coala e Liuz LA

Assistência de ensaios: Anita Tandeta

Realização: Cia R.E.C – Reação em Cadeia

Concepção do projeto: Alice Ripoll

Direção de produção: Tatiana Garcias

Produção executiva: Náshara Silveira

Iluminação: Leandro Barreto

Figurino: Paula Ströher

Assessoria de imprensa: Mônica Riani

Programação visual: Roberto Unterladstaetter

Fotos: Tiago Rivaldo

Operador de som: Anita Tandeta

Operador de luz: Cecília Ripoll

Agradecimentos especiais: Alexandre Belfort, Anita Tandeta, Paula Ströher, Renato Linhares, Tiago Rivaldo e Ricardo Kelsch (Correria Produções).

Agradecimentos “Que as saídas sejam múltiplas”: Alice De Marchi, Camila Moura, Carolina Cony, Cecilia Ripoll, Celina Portella, Denise Stutz, Iolanda de Oliveira Reis,  Jamil Cardoso, Joana Guimarães, Julia Eizirik, Laura Sämy, Leila Ripoll, Maria Luiza Blauth Klipel, Nelson Eizirik, Roseane Milani, Theo Dubeux, Thiago Granato.

Agradecimentos “Cornaca”: Cláudia Ribeiro, Chiara Krengiel, Creche São Sebastião, Diogo Moraes, Instituto Prósaber, Isadora Medella, Maísa Aguiar, Paulo César Medeiros, Renato Oliveira, Sullivan Santos, Thiago Granato.

Este projeto foi contemplado com o Fundo de Apoio a Dança/FADA 2011 da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.

Biografia da Companhia:  A cia R.E.C. – Reação em Cadeia surgiu há dois anos, atualmente é dirigida por Alice Ripoll e conta com os intérpretes criadores Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Lenadro Coala e Liuz LA. O grupo se conheceu a partir de aulas de dança contemporânea com a professora Juliana Medella dentro da ONG Pró Saber. Após se desvincularem da ONG, Alice Ripoll e Juliana Medella dirigiram juntas o espetáculo Cornaca, que teve sua estréia no Festival Panorama da Dança (RJ), em 2010, e já foi apresentado no Centro Coreográfico (RJ) e no SESC Pompéia (SP), no projeto Primeiro Passo.

Biografia dos Artistas: Alice Ripoll e Fernando Klipel são bailarinos e criadores atuantes no Rio de Janeiro. Já trabalharam com diretores como João Saldanha, Dani Lima e Alex Cassal. Se conheceram durante as filmagens do vídeo dança “Jornada ao umbigo do mundo” (Dir.: Alex Cassal e Alice Ripoll), e a partir daí começaram uma parceria criativa que teve como resultado o trabalho “Que as saídas sejam múltiplas”. O espetáculo teve sua estréia no Festival Panorama da Dança 2008, ficou em temporada no Teatro Gláucio Gil (RJ), e foi apresentado no Festival Habana Vieja: Ciudad en Movimiento, em Havana, Cuba, em abril de 2009.
O projeto prevê o teatro aberto de quarta a domingo, capsule com uma grade básica que a cada semana é complementada e transformada pelo artista ou coletivo convidado. Um dos objetivos principais da ocupação é promover o encontro entre espetáculos e jovens públicos, dosage estudantes de todas as idades e moradores do entornos que normalmente não frequentam espaços culturais.

Com a experiência de 5 anos do projeto educativo da Associação Cultural Panorama, que atua no Ponto de Cultura Espaço Panorama, no projeto Entrando na Dança e no Festival Panorama, atrairemos o público dos bairros adjacentes, escolas ,projetos sociais, bailarinos e pesquisadores de arte. Só no ano passado a equipe educativa levou mais de 4 mil crianças, jovens e adultos aos espetáculos e oficinas que realizamos.

O projeto Entrando na Dança, nome da cartela de ações educativas da Associação Cultural Panorama desde 2008, assume a interface com a formação de novas plateias também no Cacilda, compondo assim uma agenda educativa gratuita e diversificada.

Além de oficinas e laboratórios abertos, toda sexta-feira o Cacilda se abre para estudantes e projetos educativos em uma sessão especial, seguida de conversa com os artistas, sempre às 15h.  Para agendar seu grupo ou receber mais informações entre em contato pelo mail formacao.cacilda@panoramafestival.com ou ligue para: 21 7944 0304

Programação de sessões educativas:

13 de julho, 15h

Jorge Alencar, Grupo Dimenti

Um corpo que causa
 30 minutos. LIVRE

Um ato coreomusical que embaralha diferentes referências musicais e corporais para criar dimensões possíveis de corpo, subjetividade, prazeres e afetos. O trabalho propõe estratégias de produção de sexualidades como espaços de delírio.

Jorge Alencar é criador em dança, teatro e audiovisual. Fundador e diretor artístico do Dimenti desde 1998, é também mestre em artes cênicas pelo PPGAC-UFBA e comunicólogo pela UCSAL.

 

06 de julho, 15h

Neto Machado, Grupo Dimenti

KODAK
50min. Livre

Neste trabalho tudo se ergue e se desmancha com a mesma facilidade. Kodak é uma dança em frames, um toyart coreográfico, uma peça analógica sobre uma era digital. Está em jogo outra percepção do movimento e do que ele pode gerar.

Neto Machado é coreografo e também atua nas áreas de teatro e artes visuais. Integrante do Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial. Seus trabalhos já circularam pelos principais festivais do país e já foram premiados por importantes programas de dança, artes visuais e teatro.

 

20 de abril, 15h

Fabian Gandini (Argentina) 

Pieza para pequeño efecto

Pequenos objetos são apresentados em uma mesa. Sutilmente se tornam personagens de um misterioso filme feito ao vivo. O espetáculo é criado ali, sob o olhar do público, que é chamado a testemunhar simultaneamente diferentes instâncias do processo criativo: sua criação, o próprio acontecimento de sua construção; e sua reprodução, com seus sentidos modificados, durante o ato da projeção. Uma mesa com pedaços de cartolinas, tesoura, alfinetes, uma câmera, uma luminária e bonequinhos de corda. Uma experiência que instiga o público a ver que a apresentação e a representação fazem parte de um mesmo processo criativo e sensorial.

 

 

27 de abril, 15hrs

Kleber Lourenço (Recife)

Negro de Estimação

Um mergulho no corpo de um negro imerso na cultura pós-moderna para discutir questões como miscigenação, cruzamento de informações e comportamento social. Oito contos do livro Contos Negreiros – do escritor pernambucano Marcelino Freire – servem de base para a dramaturgia. Uma literatura – e uma dança –  que expõe o problema das identidades raciais brasileiras sem nenhum véu.

 04  e  11 de maio, as  15hrs

Ricardo Marinelli (Curitiba) 

>Não alimente os animais

Uma ação performática em logradouros públicos ao redor do teatro, que quer tirar debaixo do tapete alguns assuntos relativamente incômodos. Ana Princesa dos Cabelos Mágicos (que é também Ricardo Marinelli) é uma travesqueen de rua, que atua durante o dia e evidencia o tratamento zoológico que é dado ao corpo travesti e/ou transexual. A ação dura por volta de 40 minutos.

 

16 e 27 de maio, as  15hrs

Alice Ripoll (Rio de Janeiro)

>Cornaca

Seis rapazes em cena passam por situações e coreografias que sugerem as mais variadas maneiras de se relacionarem. Amizade, competição, luta, exclusão, cuidado. A pesquisa de movimento aborda diferentes possibilidades de contatos corporais e deslocamentos decorrentes destes contatos, sugerindo encaixes cada vez mais elaborados. Cada encontro entre dois ou mais intérpretes constrói situações carregadas de imagens inusitadas.

> Que as saídas sejam múltiplas

Pesquisando encaixes onde ora um leva o outro, ora é levado, a dupla investiga a relação de proximidade entre dois corpos. Elementos que delimitam um espaço específico, como uma cadeira, um colchão, fendas nas roupas e os próprios encaixes corporais, criam limites metafóricos com suas impossibilidades e prazeres.
O projeto prevê o teatro aberto de quarta a domingo, diagnosis com uma grade básica que a cada semana é complementada e transformada pelo artista ou coletivo convidado. Um dos objetivos principais da ocupação é promover o encontro entre espetáculos e jovens públicos, estudantes de todas as idades e moradores do entornos que normalmente não frequentam espaços culturais.

Com a experiência de 5 anos do projeto educativo da Associação Cultural Panorama, que atua no Ponto de Cultura Espaço Panorama, no projeto Entrando na Dança e no Festival Panorama, atrairemos o público dos bairros adjacentes, escolas ,projetos sociais, bailarinos e pesquisadores de arte. Só no ano passado a equipe educativa levou mais de 4 mil crianças, jovens e adultos aos espetáculos e oficinas que realizamos.

O projeto Entrando na Dança, nome da cartela de ações educativas da Associação Cultural Panorama desde 2008, assume a interface com a formação de novas plateias também no Cacilda, compondo assim uma agenda educativa gratuita e diversificada. Além de oficinas e laboratórios abertos, toda sexta-feira o Cacilda se abre para estudantes e projetos educativos em uma sessão especial, seguida de conversa com os artistas, sempre às 15h.  Para agendar seu grupo ou receber mais informações entre em contato pelo mail formação.cacilda@panoramafestival.com
O projeto prevê o teatro aberto de quarta a domingo, mind com uma grade básica que a cada semana é complementada e transformada pelo artista ou coletivo convidado. Um dos objetivos principais da ocupação é promover o encontro entre espetáculos e jovens públicos, sildenafil estudantes de todas as idades e moradores do entornos que normalmente não frequentam espaços culturais.

Com a experiência de 5 anos do projeto educativo da Associação Cultural Panorama, story que atua no Ponto de Cultura Espaço Panorama, no projeto Entrando na Dança e no Festival Panorama, atrairemos o público dos bairros adjacentes, escolas ,projetos sociais, bailarinos e pesquisadores de arte. Só no ano passado a equipe educativa levou mais de 4 mil crianças, jovens e adultos aos espetáculos e oficinas que realizamos.

O projeto Entrando na Dança, nome da cartela de ações educativas da Associação Cultural Panorama desde 2008, assume a interface com a formação de novas plateias também no Cacilda, compondo assim uma agenda educativa gratuita e diversificada.

Além de oficinas e laboratórios abertos, toda sexta-feira o Cacilda se abre para estudantes e projetos educativos em uma sessão especial, seguida de conversa com os artistas, sempre às 15h.  Para agendar seu grupo ou receber mais informações entre em contato pelo mail formacao.cacilda@panoramafestival.com
 Alice Ripoll (Rio de Janeiro) 16 a 27 de maio

> Que as saídas sejam múltiplas + Cornaca

70 min. Livre.

Sex, stomach dia 18 e 25 às 15h . Entrada Franca (Sessão Educativa)

Sex, buy dia 18 e 25 ;  Sab, 19 e 26 às 20h. Domingo 20 e 27, 19h.

R$ 10 e 5 (meia)

>Que as saídas sejam múltiplas

Dois corpos extremamente próximos. É possível perceber o cheiro, o gosto, a textura da  pele. Conhecer seus detalhes, cicatrizes, se surpreender com uma gota de suor que escorre, com um dente torto, um pêlo que vai na direção contrária.

O afeto está nas grandes cidades se espremendo entre os muros que se escondem atrás de pessoas duras. Os muros usam as pessoas como forma de se protegerem deles mesmos. E também da violência, da falta de colo, da falta de leite, da fome, da miséria. Os muros estão tão solitários. “e a essa hora tardia como procurar amigo?”

Pesquisando encaixes, movimentos onde ora um leva o outro, ora é levado, “Que as saídas sejam múltiplas” investiga a relação de proximidade entre dois corpos, duas pessoas. Para tal, fazemos uso de elementos que delimitam um espaço específico, como uma cadeira, um colchão, fendas nas roupas e os próprios encaixes corporais. Além das limitações espaciais concretas, o uso de tais elementos cria imagens de limites metafóricos com suas impossibilidades e prazeres.

> Cornaca

“Cornaca” é um espetáculo que aborda o universo dos afetos. Cinco homens em cena passam por situações e coreografias que sugerem as mais variadas maneiras de se relacionarem. Amizade, competição, luta, exclusão, cuidado.

Com relação à movimentação, a pesquisa aborda diferentes possibilidades de contatos corporais e deslocamentos decorrentes destes contatos, sugerindo encaixes cada vez mais elaborados. Cada encontro entre dois ou mais intérpretes constrói situações idiossincráticas e atmosferas carregadas de imagens inusitadas.

 Ficha Técnica dos espetáculos:

“Que as saídas sejam múltiplas”

Direção e interpretação: Alice Ripoll e Fernando Klipel

Colaboração no processo de criação: Alex Cassal, Daniela Wiemer, Juliana Medella e Letícia Nabuco

“Cornaca”

Direção: Alice Ripoll e Juliana Medella

Criação: Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Lima, Leandro Coala e Liuz LA

Bailarinos: Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Coala e Liuz LA

Assistência de ensaios: Anita Tandeta

Realização: Cia R.E.C – Reação em Cadeia

Concepção do projeto: Alice Ripoll

Direção de produção: Tatiana Garcias

Produção executiva: Náshara Silveira

Iluminação: Leandro Barreto

Figurino: Paula Ströher

Assessoria de imprensa: Mônica Riani

Programação visual: Roberto Unterladstaetter

Fotos: Tiago Rivaldo

Operador de som: Anita Tandeta

Operador de luz: Cecília Ripoll

Agradecimentos especiais: Alexandre Belfort, Anita Tandeta, Paula Ströher, Renato Linhares, Tiago Rivaldo e Ricardo Kelsch (Correria Produções).

Agradecimentos “Que as saídas sejam múltiplas”: Alice De Marchi, Camila Moura, Carolina Cony, Cecilia Ripoll, Celina Portella, Denise Stutz, Iolanda de Oliveira Reis,  Jamil Cardoso, Joana Guimarães, Julia Eizirik, Laura Sämy, Leila Ripoll, Maria Luiza Blauth Klipel, Nelson Eizirik, Roseane Milani, Theo Dubeux, Thiago Granato.

Agradecimentos “Cornaca”: Cláudia Ribeiro, Chiara Krengiel, Creche São Sebastião, Diogo Moraes, Instituto Prósaber, Isadora Medella, Maísa Aguiar, Paulo César Medeiros, Renato Oliveira, Sullivan Santos, Thiago Granato.

Este projeto foi contemplado com o Fundo de Apoio a Dança/FADA 2011 da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.

Biografia da Companhia:  A cia R.E.C. – Reação em Cadeia surgiu há dois anos, atualmente é dirigida por Alice Ripoll e conta com os intérpretes criadores Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Lenadro Coala e Liuz LA. O grupo se conheceu a partir de aulas de dança contemporânea com a professora Juliana Medella dentro da ONG Pró Saber. Após se desvincularem da ONG, Alice Ripoll e Juliana Medella dirigiram juntas o espetáculo Cornaca, que teve sua estréia no Festival Panorama da Dança (RJ), em 2010, e já foi apresentado no Centro Coreográfico (RJ) e no SESC Pompéia (SP), no projeto Primeiro Passo.

Biografia dos Artistas: Alice Ripoll e Fernando Klipel são bailarinos e criadores atuantes no Rio de Janeiro. Já trabalharam com diretores como João Saldanha, Dani Lima e Alex Cassal. Se conheceram durante as filmagens do vídeo dança “Jornada ao umbigo do mundo” (Dir.: Alex Cassal e Alice Ripoll), e a partir daí começaram uma parceria criativa que teve como resultado o trabalho “Que as saídas sejam múltiplas”. O espetáculo teve sua estréia no Festival Panorama da Dança 2008, ficou em temporada no Teatro Gláucio Gil (RJ), e foi apresentado no Festival Habana Vieja: Ciudad en Movimiento, em Havana, Cuba, em abril de 2009.
O projeto prevê o teatro aberto de quarta a domingo, capsule com uma grade básica que a cada semana é complementada e transformada pelo artista ou coletivo convidado. Um dos objetivos principais da ocupação é promover o encontro entre espetáculos e jovens públicos, dosage estudantes de todas as idades e moradores do entornos que normalmente não frequentam espaços culturais.

Com a experiência de 5 anos do projeto educativo da Associação Cultural Panorama, que atua no Ponto de Cultura Espaço Panorama, no projeto Entrando na Dança e no Festival Panorama, atrairemos o público dos bairros adjacentes, escolas ,projetos sociais, bailarinos e pesquisadores de arte. Só no ano passado a equipe educativa levou mais de 4 mil crianças, jovens e adultos aos espetáculos e oficinas que realizamos.

O projeto Entrando na Dança, nome da cartela de ações educativas da Associação Cultural Panorama desde 2008, assume a interface com a formação de novas plateias também no Cacilda, compondo assim uma agenda educativa gratuita e diversificada.

Além de oficinas e laboratórios abertos, toda sexta-feira o Cacilda se abre para estudantes e projetos educativos em uma sessão especial, seguida de conversa com os artistas, sempre às 15h.  Para agendar seu grupo ou receber mais informações entre em contato pelo mail formacao.cacilda@panoramafestival.com ou ligue para: 21 7944 0304

Programação de sessões educativas:

13 de julho, 15h

Jorge Alencar, Grupo Dimenti

Um corpo que causa
 30 minutos. LIVRE

Um ato coreomusical que embaralha diferentes referências musicais e corporais para criar dimensões possíveis de corpo, subjetividade, prazeres e afetos. O trabalho propõe estratégias de produção de sexualidades como espaços de delírio.

Jorge Alencar é criador em dança, teatro e audiovisual. Fundador e diretor artístico do Dimenti desde 1998, é também mestre em artes cênicas pelo PPGAC-UFBA e comunicólogo pela UCSAL.

 

06 de julho, 15h

Neto Machado, Grupo Dimenti

KODAK
50min. Livre

Neste trabalho tudo se ergue e se desmancha com a mesma facilidade. Kodak é uma dança em frames, um toyart coreográfico, uma peça analógica sobre uma era digital. Está em jogo outra percepção do movimento e do que ele pode gerar.

Neto Machado é coreografo e também atua nas áreas de teatro e artes visuais. Integrante do Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial. Seus trabalhos já circularam pelos principais festivais do país e já foram premiados por importantes programas de dança, artes visuais e teatro.

 

20 de abril, 15h

Fabian Gandini (Argentina) 

Pieza para pequeño efecto

Pequenos objetos são apresentados em uma mesa. Sutilmente se tornam personagens de um misterioso filme feito ao vivo. O espetáculo é criado ali, sob o olhar do público, que é chamado a testemunhar simultaneamente diferentes instâncias do processo criativo: sua criação, o próprio acontecimento de sua construção; e sua reprodução, com seus sentidos modificados, durante o ato da projeção. Uma mesa com pedaços de cartolinas, tesoura, alfinetes, uma câmera, uma luminária e bonequinhos de corda. Uma experiência que instiga o público a ver que a apresentação e a representação fazem parte de um mesmo processo criativo e sensorial.

 

 

27 de abril, 15hrs

Kleber Lourenço (Recife)

Negro de Estimação

Um mergulho no corpo de um negro imerso na cultura pós-moderna para discutir questões como miscigenação, cruzamento de informações e comportamento social. Oito contos do livro Contos Negreiros – do escritor pernambucano Marcelino Freire – servem de base para a dramaturgia. Uma literatura – e uma dança –  que expõe o problema das identidades raciais brasileiras sem nenhum véu.

 04  e  11 de maio, as  15hrs

Ricardo Marinelli (Curitiba) 

>Não alimente os animais

Uma ação performática em logradouros públicos ao redor do teatro, que quer tirar debaixo do tapete alguns assuntos relativamente incômodos. Ana Princesa dos Cabelos Mágicos (que é também Ricardo Marinelli) é uma travesqueen de rua, que atua durante o dia e evidencia o tratamento zoológico que é dado ao corpo travesti e/ou transexual. A ação dura por volta de 40 minutos.

 

16 e 27 de maio, as  15hrs

Alice Ripoll (Rio de Janeiro)

>Cornaca

Seis rapazes em cena passam por situações e coreografias que sugerem as mais variadas maneiras de se relacionarem. Amizade, competição, luta, exclusão, cuidado. A pesquisa de movimento aborda diferentes possibilidades de contatos corporais e deslocamentos decorrentes destes contatos, sugerindo encaixes cada vez mais elaborados. Cada encontro entre dois ou mais intérpretes constrói situações carregadas de imagens inusitadas.

> Que as saídas sejam múltiplas

Pesquisando encaixes onde ora um leva o outro, ora é levado, a dupla investiga a relação de proximidade entre dois corpos. Elementos que delimitam um espaço específico, como uma cadeira, um colchão, fendas nas roupas e os próprios encaixes corporais, criam limites metafóricos com suas impossibilidades e prazeres.
O projeto prevê o teatro aberto de quarta a domingo, diagnosis com uma grade básica que a cada semana é complementada e transformada pelo artista ou coletivo convidado. Um dos objetivos principais da ocupação é promover o encontro entre espetáculos e jovens públicos, estudantes de todas as idades e moradores do entornos que normalmente não frequentam espaços culturais.

Com a experiência de 5 anos do projeto educativo da Associação Cultural Panorama, que atua no Ponto de Cultura Espaço Panorama, no projeto Entrando na Dança e no Festival Panorama, atrairemos o público dos bairros adjacentes, escolas ,projetos sociais, bailarinos e pesquisadores de arte. Só no ano passado a equipe educativa levou mais de 4 mil crianças, jovens e adultos aos espetáculos e oficinas que realizamos.

O projeto Entrando na Dança, nome da cartela de ações educativas da Associação Cultural Panorama desde 2008, assume a interface com a formação de novas plateias também no Cacilda, compondo assim uma agenda educativa gratuita e diversificada. Além de oficinas e laboratórios abertos, toda sexta-feira o Cacilda se abre para estudantes e projetos educativos em uma sessão especial, seguida de conversa com os artistas, sempre às 15h.  Para agendar seu grupo ou receber mais informações entre em contato pelo mail formação.cacilda@panoramafestival.com
O projeto prevê o teatro aberto de quarta a domingo, mind com uma grade básica que a cada semana é complementada e transformada pelo artista ou coletivo convidado. Um dos objetivos principais da ocupação é promover o encontro entre espetáculos e jovens públicos, sildenafil estudantes de todas as idades e moradores do entornos que normalmente não frequentam espaços culturais.

Com a experiência de 5 anos do projeto educativo da Associação Cultural Panorama, story que atua no Ponto de Cultura Espaço Panorama, no projeto Entrando na Dança e no Festival Panorama, atrairemos o público dos bairros adjacentes, escolas ,projetos sociais, bailarinos e pesquisadores de arte. Só no ano passado a equipe educativa levou mais de 4 mil crianças, jovens e adultos aos espetáculos e oficinas que realizamos.

O projeto Entrando na Dança, nome da cartela de ações educativas da Associação Cultural Panorama desde 2008, assume a interface com a formação de novas plateias também no Cacilda, compondo assim uma agenda educativa gratuita e diversificada.

Além de oficinas e laboratórios abertos, toda sexta-feira o Cacilda se abre para estudantes e projetos educativos em uma sessão especial, seguida de conversa com os artistas, sempre às 15h.  Para agendar seu grupo ou receber mais informações entre em contato pelo mail formacao.cacilda@panoramafestival.com
Recuperando um projeto histórico do Festival Panorama , cost esta ocupação vai abrir oportunidades para os novíssimos criadores cariocas, visit this site compostos por estudantes universitários, salve coletivos, grupos em fase de profissionalização.  Por convocatória na internet, vamos selecionar projetos (um ou dois por semana) e colocá-los em contato e articulação com os demais artistas do projeto. Este eixo de atuação opera tanto nas discussões sobre formação de jovens artistas e de público quanto da abertura de novos espaços de criação e renovação na cidade do Rio de Janeiro. Os artistas selecionados receberão feedback dos diretores do projeto e de artistas convidados.

Segue abaixo a lista dos Novíssimos selecionados para apresentar seus trabalhos no Dança Pra Cacilda:
São eles:

Andre Bern Passificadora URFJ – UERJ Rio 30 maio a 03 junho
Gabriela Alcofra movimento.sem.face Unicamp – Angel Rio
Rafaeli Mattos ah vai andas UFRJ/FAV Rio 27 junho a 01 julho
Fernanda Rocha Cedes UniverCidade Rio
Rodrigo Rivera Número 5 UFRJ Rio 01 de agosto a 05 de agosto
Monica da Costa  Corpo Dágua  UFRJ  Rio
Luisa Coser  diga-se de passagem FAV Rio 29 agosto a 02 setembro
Paula Pi opus 2 Unicamp Sao Paulo

Conheça um pouco mais dos nossos Novíssimos do Cacilda Becker!

 

29 a 02 de setembro

Luisa Coser

Luisa Coser é bailarina, coreógrafa, pesquisadora em dança, formada pela Escola de Dança Angel Viana. Foi intérprete do Grupo Coreográfico dirigido por Christian Bourigault em Paris. Suaúltima performance, Um saco foi apresentada em diversos festivais na França.

Diga-se de passagem
25min .12 anos
Sex,31 de agosto Às 15h e às 20h
Sab,01 de setembro às 20h
Dom, 02 de setembro, Às 19h
Entrada Franca

Diga-se de passagem explora a ideia de apropriação de um território. Como peças de um tabuleiro, instalamos um jogo, com regras estabelecidas e caminhamos sobre um terreno limitado.
Ficha técnica
Coreografia: Luisa Coser
Criação e Interpretação:  Luisa Coser, Alexandre Maia, Rosa Ana Fernandes
Bailarina Convidada: Aline Bernardi
Performance Sonora: Olavo Vianna
Assistente de Som: Pedro Pagnuzzi
Desenho de Luz: Tiago Vianna
Paula Pi

Paula Pi é musicista e bailarina. Tem experimentado desde 2004 possibilidades criativas no território corpo-música-cena, e desde 2010 possui trabalho autoral em dança, com 2 solos já estreados e revisitados cada qual em 3 versões.

 Opus 2- Notas sobre minha mãe isso e aquilo
35min. Livre
Sex,31 de agosto Às 15h e às 20h
Sab,01 de setembro às 20h
Dom, 02 de setembro, Às 19h
Entrada Franca

Criado a partir de vivências pessoais, este solo partiu dos contextos mãe e filha, música e silêncio, isso e aquilo. É composto por 3 movimentos: Largo, Presto, Ad. Libitum*

*Ad libitum é uma expressão latina que significa “à vontade”. Muito usada em música, pode ter vários significados: Em notação musical, indica que o intérprete pode suspender o andamento indicado originalmente e variar livremente o tempo;  Repetição ad libitum significa que o número de repetições de certa passagem de uma música fica a critério do intérprete.

Ficha técnica:
criação e performance: Paula Pi
colaboração:  Clarissa Sacchelli
iluminação: Cauê Gouveia
produção: Julia Monteiro e Paula Pi
fotografia: Joana Mao
vídeo: Eduardo Garcia

AULAS ABERTAS

29 a 02 de setembro

Bacharelado em Dança- Universidade Federal do Rio de Janeiro- UFRJ (Escola de Educação Física e Desportos – EEFD)

A EEFD ofer­ece o curso noturno de Bacharelado em Dança, criado em 1994. O curso forma profissionais que podem atuar como intérpretes, coreó­grafos e pesquisadores em dança, imagem e criação no planejamento, condução e avaliação de programas artísticos para grupos amadores ou profissionais de diferentes faixas etárias.

29/08, quarta- feira. 10h30 às 13h- Técnica de Improvisação com Patrícia Pereira, Inês Galvão e Lara Seidler (UFRJ)

A oficina tem como proposta a experimentação e descoberta de novas possibilidades corporais, ampliando a sensibilidade para o movimento e seu vocabulário corporal. Interessa-nos o prazer em mover o corpo e a descoberta de sensações, imagens, gestos que intensifiquem a potência criativa e a integração do corpo dançante.

30/08, quinta feira. 10h30 Às 13h- Aula com a Professor Sergio Andrade.(UFRJ)

Conversa Pública

29 de agosto, Às 20h. Políticas do Corpo– mercado de trabalho e oportunidades para dança profissional no Brasil. Fabiano Carneiro (FUNARTE) e mais convidados especiais.

01 a05 de agosto

Rodrigo Rivera

Rodrigo Rivera, Coreógrafo, bailarino graduando do curso de Bacharelado em Dança pela Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ, e integrante da Cia Universo Paralelo – Núcleo de Pesquisa em Dança contemporânea da UFRJ ..

 Numero 5 
13 min. Livre
Sexta, 03 de agosto, às 15h e às 20h
Sab, 04 de agosto, às 20h
Dom, 05 de agosto, às 19h
Quem disse que se perder não é achar seu próprio caminho? Esse trabalho busca a fragmentação do corpo e do movimento de forma a envolver a energia, a potencialidade do movimento, que surgem do intimo de uma respiração.

Ficha Técnica:
Direção, Coreografia e Interpretação: Rodrigo Rivera
Orientação do processo de criação: Maria Alice Poppe e Lara Seidler
Musica: Frank Bretshneider
Fotos: Sebastião Barros
Monica da Costa

Monica da Costa foi graduanda em Dança pela UFRJ e é Doutoranda em Artes Cênicas na UNIRIO. Desde 2008 vem construindo trabalho autoral com pesquisa de Danças e Performances de motriz africana e afro-brasileira, em parceria com o Diretor de Teatro Renato Santos. Corpo Dágua foi o primeiro trabalho autoral, criado em 2009, e remontado em 2010 em parceria com o musico Sergio Arriola.

Corpo D’agua

50 minutos. Livre
Sexta, 03 de agosto, às 15h e às 20h
Sab, 04 de agosto, às 20h
Dom, 05 de agosto, às 19h

Corpo D’água é um espetáculo de dança afro-contemporânea, que se inspira na Água como universo poético e mítico, enquanto elemento que toma corpo e corpo que se torna elemento.

Ficha Técnica: Criação e interpretação: Monica da Costa. Direção Geral: Renato Santos. Trilha sonora original (em per
cussão): Sergio Arriola. Trilha sonora – Edição de som e remontagem: Sergio Rangelo Filho. Voz: Ananda Botelho.Produção: Renato Santos e Monica da Costa. Desenho de Luz: Ananda Felipe. Figurino: Julia Vidal/Balaco Modas. Realização: Núcleo de Dança Afro-Contemporânea.

Conversa Pública

01 de agosto às 20h- Políticas do Corpo – Arte, Dança e Saúde. Discussão sobre  as  dificuldades e potências da produção artística  que trabalha e vive a realidade da deficiência física, mental ou psicológica. Participação de Paula Gorini, Carla Strachmann e convidados

27 junho a 01 de julho

Rafaeli Mattos

Mestrandaem Artes Visuais, linha de pesquisa Poéticas Interdisciplinares – UFRJ, Especialistaem Estudos Contemporâneosem Dança –UFBA/FAV 2007 e Bacharel em Dança, Intérprete e Coreógrafa, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – 2006/1. Possui formação em jazz, ballet, ballet moderno – Horton, dança contemporânea, sapateado e canto popular, e tem como principal mestre de sapateado o corógrafo Steven Harper.

  • Ah vai andas?!

30 min. Livre
Sexta, 29 de junho às 15hrs e às 20hrs.
Sab, 30 de junho, às 20hrs
Domingo, 01 de julho, às 19hrs
Entrada Franca

O solo, de características multimídia, tem como objetivo propor outros prismas de imagens/ideias de corpo no sapateado americano, apresentando outro contexto, outro sapato e outro corpo. Será apresentado em duas instâncias: no espaço cênico, onde acontece a coreografia propriamente dita, e no espaço virtual videográfico, onde se dá a performance das imagens.

Ficha técnica:
 Intérprete-criadora: Rafaeli Mattos
Orientação: Malu Fragoso e Lígia Tourinho
Artistas Colaboradores: Bárbara Castro – designer multidisciplinar e artista multimídia
Munique Mattos – bailarina, sapateadora e percussionista corporal
Renato Muniz – músico e produção musical

Fernanda Rocha

Fernanda Rocha é bailarina, atriz, pesquisadora corporal e educadora.  Formada em licenciatura em dança no Centro Universitário da Cidade – UniverCidade, atua como professora e pesquisadora corporal desde 2007,  preparadora corporal, Professora de dança criativa para crianças e adolescentes, de dança criativa e preparadora corporal.

  •  Cedes

7min. LIVRE
Sexta, 29 de junho às 15hrs e às 20hrs.
Sab, 30 de junho, às 20hrs
Dom, 01 de julho, às 19hrs
Entrada Franca

O solo traz a cena movimentos que traduzem momentos marcantes e importantes da minha vida e também uma linda canção chamada Sertaneja que já foi gravada por várias vozes marcantes, mas a que mais me inspira certamente foi a minha mãe, cantando desde que era criança. “O solo Cedes foi criado a partir de laboratórios sugeridos pela professora e orientadora Ana Vitória Freire que estimulou uma pesquisa através de minhas memórias.”

Ficha Técnica:                                       
Interprete criadora: Fernanda Rocha
Direção: Fernanda Rocha
Orientação: Ana Vitória Freire
Programação Visual: Manuela Macedo
Fotografia: Celso Pereira
Direção de Produção: Vinil 69 Produções
Figurino: Fernanda Rocha

AULAS ABERTAS:

27, 28 e 29 de junho- Centro Universitário da Cidade- Dança

Primeiro curso de licenciatura em Dança criado no Rio de Janeiro, em 1985, alia teoria e prática, e tem como principal objetivo proporcionar uma formação múltipla, colocando no mercado professores especializados no ensino das diferentes técnicas de dança.

 27 de junho, 4ª feira.

10h – Introdução ao Ballet Clássico- professora Vera Aragão

Introduzir os alunos às bases da gramática do ballet clássico. Enfocar a forma como se processa a estruturação e o desenvolvimento desta  técnica, visando seu ensino, utilizando-se de aulas práticas e teóricas.

11h30 – Aula de Cinesiologia / Prática – professora Heloisa.

Integrar os conceitos estudados nos componentes curriculares Anatomia e Fisiologia para analisar os diferentes movimentos humanos, suas amplitudes e ações fundamentais.

28 de junho, 5ª Feira.

10h – Psicomotricidade– professora Rosana Fachada.

Conceito e história da psicomotricidade: vertentes, realidade, objetivos e finalidades. Desenvolvimento psicomotor enfatizando os três domínios: cognitivo, afetivo e motor, integrando-os ao trabalho com a dança. Bases neurológicas do desenvolvimento infantil, sua relação com a aprendizagem e com a dança.

11h30- Improvisação– professora Ivana Menna Barreto

Exploração da improvisação como recurso de desenvolvimento da sensibilidade, imaginação e criatividade do aluno. Despertar a consciência das ferramentas usadas e das diferentes possibilidades de improvisação.

CONVERSAS PÚBLICAS:

27/06, Quarta feira Às 20h – Sofá da Cacilda- Discussão sobre o atual contexto do Mercado para a dança no Rio de Janeiro com Diana de Rose, da Secretaria de Municipal de Cultura do Rio de Janeiro; e a dançarina, curadora Flávia Meirelles.

30 de maio a 03 de junho

André Bern

ANDRÉ BERN é Bacharel em Dança, pela UFRJ, e Mestrando em Artes Visuais pela UERJ. Sua produção artística gira em torno de questões identitárias e interdisciplinares, nas fronteiras entre gênero e etnia, dança e artes visuais. André edita e alimenta o blog ctrl+alt+dança (http://ctrlaltdanca.wordpress.com), sobre produção crítica e divulgação em artes  do corpo, criado em parceria com a artista Monica da Costa.

  •  Passificadora

20min. 16 anos

Sexta, 01 de junho às 15hrs e às 20hrs.
Sab, 02 de junho, às 20hrs
Domingo, 03 de junho, às 19hrs
Entrada Franca

Passificadora é uma performance solo de André Bern. Faz parte de uma pesquisa, intitulada Senha de Acesso, na qual o artista investiga relações entre corpo e memória. Passificadora parte de um jogo com as palavras “pacificar” e o neologismo “passificar” (que remetem ao surgimento e implementação das UPPs, Unidades de Polícia Pacificadora, no Rio de Janeiro) para abordar questões relacionadas à ocupação e transformação do corpo enquanto território, mídia e discurso.

Ficha Técnica:

Concepção e performance: André Bern
Colaboração: Aluisio Flores, Fábio Honório e Monica da Costa
Orientação: Esther Weitzman
Fotografia: Marina Pachecco

A pesquisa Senha de Acesso, que originou esta performance, foi patrocinada pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, através da Secretaria de Estado de Cultura (SEC-RJ) – Apoio à Pesquisa e Criação Artística (Dança) 2010.

 

Gabriela Alcofra

Bacharel em Dança pela Faculdade Angel Vianna e em Ciências Sociais pela UFRJ. É especializada em Pilates. Leciona aulas de Pilates, de Jazz e já lecionou Dança Contemporânea e Dança para Crianças. Publicou o livro de poesias “Partituras de um movimento impermanente” e a crítica de dança “O sensível e o político no intercâmbio das culturas”, pelo portal idança.net em 2010.  É colaboradora do portal de notícias, pesquisa e reflexão crítica sobre dança: CTRL+Alt+Dança.  (ctrlaltdanca.wordpress.com)

Movimento.sem.face
25min. 16 anos
Sexta, 01 de junho às 15hrs e às 20hrs.
Sab, 02 de junho, às 20hrs
Domingo, 03 de junho, às 19hrs
Entrada Franca

A pesquisa tem como cerne a contradição entre o que está revelado e o que está coberto. A imagem da utilização da burca pelas mulheres muçulmanas foi utilizada como referência desse choque de culturas e desejos. Dentro desse universo, a imagem de um corpo sem rosto foi revelada.O que é um corpo sem rosto?Tem identidade, tem história, tem força?O trabalho tem esse desafio: pesquisar no corpo essas imagens, elaborando uma dramaturgia para um corpo sem rosto.

Ficha técnica:
concepção: Gabriela Alcofra
direção: Camila Fersi
em cena: Gabriela Alcofra
colaboradores da 1a fase do processo: Lucas Rodrigues,
Rodrigo Maia, Maíra Gestner
assistente de produção: Gabriela Jung
filmagem: Luiza Cascon
contraregragem: Gabriela Jung
vídeo: Gabriela Alcofra e Thalia Fersi
edição de vídeo: Gabriela Alcofra
áudio: Max Ritcher e Michel Galasso
edição de áudio: Gabriela Alcofra
fotografia: Diana Sandes
desenho de luz: Camila Fersi
figurino: Odila Freire e Gabriela Alcofra
apoio: Angel Vianna Escola e Faculdade e Perffil Escola de Dança

 

PROGRAMAÇÃO
De 30 de maio a 3 de junho

ESPETÁCULOS

Passificadora

Concepção: André Bern
Duração: 20min.
Classificação etária: 16 anos
Sexta, 1 de junho às 15h e às 20h.
Sábado, 02 de junho, às 20h
Domingo, 03 de junho, às 19h
Entrada Franca

Movimento.sem.face
Concepção: Gabriela Alcofra
Duração: 25min.
Classificação etária: 16 anos
Sexta, 1 de junho às 15h e às 20h.
Sábado, 02 de junho, às 20h
Domingo, 03 de junho, às 19h
Entrada Franca

AULAS ABERTAS
Composição coreográfica com professores da Faculdade Angel Vianna.
A proposta é Instrumentalizar o aluno, para a criação artística,através da construção do método de composição coreográfica autoral, solística e/ou em grupos.
30/05, QUARTA FEIRA, 10H
Composição coreográfica, com Ana Vitória Freire
Diretora, bailarina e coreógrafa da Cia Ana Vitória Dança Contemporânea.Professora de Técnica de Dança e Composição Coreográfica da Faculdade Angel Vianna, doutorando pela UniRio em Artes Cênica.
31/05, QUINTA FEIRA, 10H
Composição coreográfica, com Marcia Rubin.
Coreógrafa e bailarina da Marcia Rubin Cia de Dança, atua no teatro como Diretora de Movimento.Ganhou o Prêmio Shell de Teatro em 2012. Professora da Faculdade Angel Vianna e do Curso de Artes Cênicas da UniverCidade. É Especialista em Arte e Filosofia pela PUC-Rio.
ENTRADA FRANCA

 

CONVERSAS PÚBLICAS

Dia 30 de maio
Horário: 20h

Políticas do Corpo
Tema: O ensino de dança, com Angel Vianna e Esther Weitzman, da Faculdade Angel Vianna; Angela Ferreira (Centro Universitário da Cidade) e Marcos Vinicius Machado (UFRJ)
Entrada franca.
Em breve, atualização completa!

 

 

6 Comments

  1. Pingback: idanca.net » Dança pra Cacilda divulga programação

  2. Taís Vieira

    Faz alguns anos tive a alegria de participar deste evento como “novíssima”, hoje acumulada alguma experiência reconheço no meu recomeço de carreira o quanto foi importante ouvir Lia Rodrigues, Roberto Pereira, Helena Kats e as tantas coisas e conselhos dados na época.
    Que alegria ler este projeto de volta.
    Parabéns!!!

  3. Pingback: André Bern e Gabriela Alcofra abrem a reedição dos Novíssimos no Teatro Cacilda Becker (RJ) « ctrl+alt+dança

  4. Jose Elidio Pereira Neto

    Como faço para me escrever para as oficinas de Dança do Novissimo

  5. Pingback: idanca.net » Novíssimos

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *