Aulas Abertas

Durante a mesa performática bizarra proposta por Ricardo Marinelli, information pills na última quarta feira (09 de maio), find os principais temas abordados foram: corpo, illness performance e politicidade.

Eduardo Bonito, da Associação Cultural Panorama, participou da mesa, e abriu a discussão ponderando sobre o bizarro na arte, sobretudo na dança. No desenvolver de sua fala, Bonito expôs a importante função exercida pela Associação no que tange à curadoria e seleção de espetáculos em todos os eventos que produzem. Há um certo cuidado em abrir espaço para aqueles artistas que não encontram dificuldade em achar ou definir um “lugar” ao qual pertençam, ou cujas obras tendem a ser estigmatizadas pela estranheza. Nesse contexto , citou o com.posições.políticas, evento do qual se orgulha de ter sido curador, uma vez que o projeto nasceu “da vontade de evidenciar a importância do posicionamento político e da constatação de que, também através das práticas artísticas pode-se construir nosso próprio espaço de ação política aqui e agora, de maneira individual ou coletiva.”

 

O título da mesa é uma provocação que faz parte de um movimento maior que se chama “Sim, somos bizarros”, que desenvolve estratégias para como uma forma de re-significar e se apropriar do termo “bizarro”! Percebendo que co justamente por ter como ideal, situar a  arte como ativadora de mudanças sociais.

Comumente se atribui ao bizarro tudo aquilo que não se encaixa nos padrões de normalidade da sociedade, que nada tem de naturais, “Sim, somos bizarr@s” busca transformar a diferença em potencial afirmativo.

De acordo com a página do facebook  do movimento, “O projeto “Sim, somos bizarr@s” propõe um olhar para os corpos e a arte bizarr@s. “O título é uma ironia, uma apropriação que tem a intenção de provocar os discursos e defesas dos conservadores“, explica o produtor bizarr@ Ricardo Marinelli.

Se ser gordo demais, gay demais, transexual é ser bizarr@, ele afirma: “Sim, somos bizarr@s!”. Ele diz ainda que ser bizarr@ é questionar a necessidade de adequar nossa forma de existir a um modelo.”

Este foi o argumento central que pautou a discussão da noite. Dentre os assuntos discutidos, um que despontou com grande destaque foi a questão da “zoologização” do corpo diverso em geral, com maior enfoque ao corpo transexual, que também ocupa a esfera do bizarro.

Através de uma longa exposição histórica sobre a construção do conceito de sexualidade, Ricardo ressaltou que a condição de gênero, não se impõe sobre a orientação sexual, que a sexualidade é um conceito moderno por definição e que as formas de abordar e caracterizar o que é, ou não bizarro, são construções históricas e não condições naturais, portanto, passíveis de disputa na arena cultural e social.

Este parece ser o principal impacto da arte de Ricardo Marinelli, pelo o que pudemos observar nas semanas em que ocupou o Teatro Cacilda Becker. A exploração do conceito do bizarro e da construção dos processos de orientação sexual se fez presente em todas as obras que nos foram apresentadas: “não alimente os animais”, “pelo a menos no país das maravilhas” e o ensaio aberto.

“Existe uma princesa e existe um Ricardo Marinelli que existem aqui comigo, ao mesmo tempo, tudo junto” disse Marinelli ao expor sobre hostilidade social referente à relação que normalmente se estabelece com o corpo travesti, e que muitas vezes o atrapalha de viver plenamente as duas identidades que co-habitam seu corpo. Isso se manifesta, por exemplo, no fato do espaço reservado para essas mulheres (transexuais) ser o da noite, em setores específicos de cada cidade. Ricardo/ Princesa atenta para o fato de não encontrarmos transexuais na vida cotidiana, matutina, das cidades; da absoluta ausência desses corpos nos serviços, nos círculos sociais, enfim, nos circuitos da vida “normal”.

Muito mais foi falado na noite, em breve publicaremos o vídeo da mesa performática na íntegra.

Apesar de neste breve relato não podermos dar conta de toda a riqueza de detalhes, nem tampouco do refinamento das discussões, a mesa nos levantou reflexões relevantes, que não se encerram no âmbito “palestra” e que podem e devem refletir em novas posturas cotidianas.  Eis uma das contribuições/provocações suscitadas: Buscar re-pensar conceitos e relações  hoje tidas como “naturais”, tais como orientação sexual e determinação de gênero, através de uma perspectiva histórica; a sexualidade como uma construção social e o sexo como determinação natural.

Seguem aqui algumas referências que foram citadas e que podem servir a quem assistiu à mesa e quer se aprofundar no assunto, ou para quem quiser adentrar um pouco mais neste universo arte performática e política !

Texto em que Ricardo Marinelli faz uma crítica à arte e aos artistas que desvinculam de seus trabalhos quaisquer teor político: A arte que tem medo de ser política, publicada no site do com.posições.políticas

Marinelli faz parte de  uma minicomunidade formada por sete artistas e trabalhamos com dança, teatro, artes visuais, performance art.;o  Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial.

 

 

 
Durante a mesa performática bizarra proposta por Ricardo Marinelli, visit this site ailment na última quarta feira (09 de maio), os principais temas abordados foram: corpo, performance e politicidade.

Eduardo Bonito, da Associação Cultural Panorama, participou da mesa, e abriu a discussão ponderando sobre o bizarro na arte, sobretudo na dança. No desenvolver de sua fala, Bonito expôs a importante função exercida pela Associação no que tange à curadoria e seleção de espetáculos em todos os eventos que produzem. Há um certo cuidado em abrir espaço para aqueles artistas que não encontram dificuldade em achar ou definir um “lugar” ao qual pertençam, ou cujas obras tendem a ser estigmatizadas pela estranheza. Nesse contexto , citou o com.posições.políticas, evento do qual se orgulha de ter sido curador, uma vez que o projeto nasceu “da vontade de evidenciar a importância do posicionamento político e da constatação de que, também através das práticas artísticas pode-se construir nosso próprio espaço de ação política aqui e agora, de maneira individual ou coletiva.”

 

O título da mesa é uma provocação que faz parte de um movimento maior que se chama “Sim, somos bizarros”, que desenvolve estratégias para como uma forma de re-significar e se apropriar do termo “bizarro”! Percebendo que co justamente por ter como ideal, situar a  arte como ativadora de mudanças sociais.

Comumente se atribui ao bizarro tudo aquilo que não se encaixa nos padrões de normalidade da sociedade, que nada tem de naturais, “Sim, somos bizarr@s” busca transformar a diferença em potencial afirmativo.

De acordo com a página do facebook  do movimento, “O projeto “Sim, somos bizarr@s” propõe um olhar para os corpos e a arte bizarr@s. “O título é uma ironia, uma apropriação que tem a intenção de provocar os discursos e defesas dos conservadores“, explica o produtor bizarr@ Ricardo Marinelli.

Se ser gordo demais, gay demais, transexual é ser bizarr@, ele afirma: “Sim, somos bizarr@s!”. Ele diz ainda que ser bizarr@ é questionar a necessidade de adequar nossa forma de existir a um modelo.”

Este foi o argumento central que pautou a discussão da noite. Dentre os assuntos discutidos, um que despontou com grande destaque foi a questão da “zoologização” do corpo diverso em geral, com maior enfoque ao corpo transexual, que também ocupa a esfera do bizarro.

Através de uma longa exposição histórica sobre a construção do conceito de sexualidade, Ricardo ressaltou que a condição de gênero, não se impõe sobre a orientação sexual, que a sexualidade é um conceito moderno por definição e que as formas de abordar e caracterizar o que é, ou não bizarro, são construções históricas e não condições naturais, portanto, passíveis de disputa na arena cultural e social.

Este parece ser o principal impacto da arte de Ricardo Marinelli, pelo o que pudemos observar nas semanas em que ocupou o Teatro Cacilda Becker. A exploração do conceito do bizarro e da construção dos processos de orientação sexual se fez presente em todas as obras que nos foram apresentadas: “não alimente os animais”, “pelo a menos no país das maravilhas” e o ensaio aberto.

“Existe uma princesa e existe um Ricardo Marinelli que existem aqui comigo, ao mesmo tempo, tudo junto” disse Marinelli ao expor sobre hostilidade social referente à relação que normalmente se estabelece com o corpo travesti, e que muitas vezes o atrapalha de viver plenamente as duas identidades que co-habitam seu corpo. Isso se manifesta, por exemplo, no fato do espaço reservado para essas mulheres (transexuais) ser o da noite, em setores específicos de cada cidade. Ricardo/ Princesa atenta para o fato de não encontrarmos transexuais na vida cotidiana, matutina, das cidades; da absoluta ausência desses corpos nos serviços, nos círculos sociais, enfim, nos circuitos da vida “normal”.

Muito mais foi falado na noite, em breve publicaremos o vídeo da mesa performática na íntegra.

Apesar de neste breve relato não podermos dar conta de toda a riqueza de detalhes, nem tampouco do refinamento das discussões, a mesa nos levantou reflexões relevantes, que não se encerram no âmbito “palestra” e que podem e devem refletir em novas posturas cotidianas.  Eis uma das contribuições/provocações suscitadas: Buscar re-pensar conceitos e relações  hoje tidas como “naturais”, tais como orientação sexual e determinação de gênero, através de uma perspectiva histórica; a sexualidade como uma construção social e o sexo como determinação natural.

Seguem aqui algumas referências que foram citadas e que podem servir a quem assistiu à mesa e quer se aprofundar no assunto, ou para quem quiser adentrar um pouco mais neste universo arte performática e política !

Texto em que Ricardo Marinelli faz uma crítica à arte e aos artistas que desvinculam de seus trabalhos quaisquer teor político: A arte que tem medo de ser política, publicada no site do com.posições.políticas

Marinelli faz parte de  uma minicomunidade formada por sete artistas e trabalhamos com dança, teatro, artes visuais, performance art.;o  Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial.

 

 

 
Durante a mesa performática bizarra proposta por Ricardo Marinelli, visit this site ailment na última quarta feira (09 de maio), os principais temas abordados foram: corpo, performance e politicidade.

Eduardo Bonito, da Associação Cultural Panorama, participou da mesa, e abriu a discussão ponderando sobre o bizarro na arte, sobretudo na dança. No desenvolver de sua fala, Bonito expôs a importante função exercida pela Associação no que tange à curadoria e seleção de espetáculos em todos os eventos que produzem. Há um certo cuidado em abrir espaço para aqueles artistas que não encontram dificuldade em achar ou definir um “lugar” ao qual pertençam, ou cujas obras tendem a ser estigmatizadas pela estranheza. Nesse contexto , citou o com.posições.políticas, evento do qual se orgulha de ter sido curador, uma vez que o projeto nasceu “da vontade de evidenciar a importância do posicionamento político e da constatação de que, também através das práticas artísticas pode-se construir nosso próprio espaço de ação política aqui e agora, de maneira individual ou coletiva.”

 

O título da mesa é uma provocação que faz parte de um movimento maior que se chama “Sim, somos bizarros”, que desenvolve estratégias para como uma forma de re-significar e se apropriar do termo “bizarro”! Percebendo que co justamente por ter como ideal, situar a  arte como ativadora de mudanças sociais.

Comumente se atribui ao bizarro tudo aquilo que não se encaixa nos padrões de normalidade da sociedade, que nada tem de naturais, “Sim, somos bizarr@s” busca transformar a diferença em potencial afirmativo.

De acordo com a página do facebook  do movimento, “O projeto “Sim, somos bizarr@s” propõe um olhar para os corpos e a arte bizarr@s. “O título é uma ironia, uma apropriação que tem a intenção de provocar os discursos e defesas dos conservadores“, explica o produtor bizarr@ Ricardo Marinelli.

Se ser gordo demais, gay demais, transexual é ser bizarr@, ele afirma: “Sim, somos bizarr@s!”. Ele diz ainda que ser bizarr@ é questionar a necessidade de adequar nossa forma de existir a um modelo.”

Este foi o argumento central que pautou a discussão da noite. Dentre os assuntos discutidos, um que despontou com grande destaque foi a questão da “zoologização” do corpo diverso em geral, com maior enfoque ao corpo transexual, que também ocupa a esfera do bizarro.

Através de uma longa exposição histórica sobre a construção do conceito de sexualidade, Ricardo ressaltou que a condição de gênero, não se impõe sobre a orientação sexual, que a sexualidade é um conceito moderno por definição e que as formas de abordar e caracterizar o que é, ou não bizarro, são construções históricas e não condições naturais, portanto, passíveis de disputa na arena cultural e social.

Este parece ser o principal impacto da arte de Ricardo Marinelli, pelo o que pudemos observar nas semanas em que ocupou o Teatro Cacilda Becker. A exploração do conceito do bizarro e da construção dos processos de orientação sexual se fez presente em todas as obras que nos foram apresentadas: “não alimente os animais”, “pelo a menos no país das maravilhas” e o ensaio aberto.

“Existe uma princesa e existe um Ricardo Marinelli que existem aqui comigo, ao mesmo tempo, tudo junto” disse Marinelli ao expor sobre hostilidade social referente à relação que normalmente se estabelece com o corpo travesti, e que muitas vezes o atrapalha de viver plenamente as duas identidades que co-habitam seu corpo. Isso se manifesta, por exemplo, no fato do espaço reservado para essas mulheres (transexuais) ser o da noite, em setores específicos de cada cidade. Ricardo/ Princesa atenta para o fato de não encontrarmos transexuais na vida cotidiana, matutina, das cidades; da absoluta ausência desses corpos nos serviços, nos círculos sociais, enfim, nos circuitos da vida “normal”.

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Apesar de neste breve relato não podermos dar conta de toda a riqueza de detalhes, nem tampouco do refinamento das discussões, a mesa nos levantou reflexões relevantes, que não se encerram no âmbito “palestra” e que podem e devem refletir em novas posturas cotidianas.  Eis uma das contribuições/provocações suscitadas: Buscar re-pensar conceitos e relações  hoje tidas como “naturais”, tais como orientação sexual e determinação de gênero, através de uma perspectiva histórica; a sexualidade como uma construção social e o sexo como determinação natural.

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Este parece ser o principal impacto da arte de Ricardo Marinelli, pelo o que pudemos observar nas semanas em que ocupou o Teatro Cacilda Becker. A exploração do conceito do bizarro e da construção dos processos de orientação sexual se fez presente em todas as obras que nos foram apresentadas: “não alimente os animais”, “pelo a menos no país das maravilhas” e o ensaio aberto.

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Marinelli faz parte de  uma minicomunidade formada por sete artistas e trabalhamos com dança, teatro, artes visuais, performance art.;o  Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial.

 

 

 
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Eduardo Bonito, da Associação Cultural Panorama, participou da mesa, e abriu a discussão ponderando sobre o bizarro na arte, sobretudo na dança. No desenvolver de sua fala, Bonito expôs a importante função exercida pela Associação no que tange à curadoria e seleção de espetáculos em todos os eventos que produzem. Há um certo cuidado em abrir espaço para aqueles artistas que não encontram dificuldade em achar ou definir um “lugar” ao qual pertençam, ou cujas obras tendem a ser estigmatizadas pela estranheza. Nesse contexto , citou o com.posições.políticas, evento do qual se orgulha de ter sido curador, uma vez que o projeto nasceu “da vontade de evidenciar a importância do posicionamento político e da constatação de que, também através das práticas artísticas pode-se construir nosso próprio espaço de ação política aqui e agora, de maneira individual ou coletiva.”

 

O título da mesa é uma provocação que faz parte de um movimento maior que se chama “Sim, somos bizarros”, que desenvolve estratégias para como uma forma de re-significar e se apropriar do termo “bizarro”! Percebendo que co justamente por ter como ideal, situar a  arte como ativadora de mudanças sociais.

Comumente se atribui ao bizarro tudo aquilo que não se encaixa nos padrões de normalidade da sociedade, que nada tem de naturais, “Sim, somos bizarr@s” busca transformar a diferença em potencial afirmativo.

De acordo com a página do facebook  do movimento, “O projeto “Sim, somos bizarr@s” propõe um olhar para os corpos e a arte bizarr@s. “O título é uma ironia, uma apropriação que tem a intenção de provocar os discursos e defesas dos conservadores“, explica o produtor bizarr@ Ricardo Marinelli.

Se ser gordo demais, gay demais, transexual é ser bizarr@, ele afirma: “Sim, somos bizarr@s!”. Ele diz ainda que ser bizarr@ é questionar a necessidade de adequar nossa forma de existir a um modelo.”

Este foi o argumento central que pautou a discussão da noite. Dentre os assuntos discutidos, um que despontou com grande destaque foi a questão da “zoologização” do corpo diverso em geral, com maior enfoque ao corpo transexual, que também ocupa a esfera do bizarro.

Através de uma longa exposição histórica sobre a construção do conceito de sexualidade, Ricardo ressaltou que a condição de gênero, não se impõe sobre a orientação sexual, que a sexualidade é um conceito moderno por definição e que as formas de abordar e caracterizar o que é, ou não bizarro, são construções históricas e não condições naturais, portanto, passíveis de disputa na arena cultural e social.

Este parece ser o principal impacto da arte de Ricardo Marinelli, pelo o que pudemos observar nas semanas em que ocupou o Teatro Cacilda Becker. A exploração do conceito do bizarro e da construção dos processos de orientação sexual se fez presente em todas as obras que nos foram apresentadas: “não alimente os animais”, “pelo a menos no país das maravilhas” e o ensaio aberto.

“Existe uma princesa e existe um Ricardo Marinelli que existem aqui comigo, ao mesmo tempo, tudo junto” disse Marinelli ao expor sobre hostilidade social referente à relação que normalmente se estabelece com o corpo travesti, e que muitas vezes o atrapalha de viver plenamente as duas identidades que co-habitam seu corpo. Isso se manifesta, por exemplo, no fato do espaço reservado para essas mulheres (transexuais) ser o da noite, em setores específicos de cada cidade. Ricardo/ Princesa atenta para o fato de não encontrarmos transexuais na vida cotidiana, matutina, das cidades; da absoluta ausência desses corpos nos serviços, nos círculos sociais, enfim, nos circuitos da vida “normal”.

Muito mais foi falado na noite, em breve publicaremos o vídeo da mesa performática na íntegra.

Apesar de neste breve relato não podermos dar conta de toda a riqueza de detalhes, nem tampouco do refinamento das discussões, a mesa nos levantou reflexões relevantes, que não se encerram no âmbito “palestra” e que podem e devem refletir em novas posturas cotidianas.  Eis uma das contribuições/provocações suscitadas: Buscar re-pensar conceitos e relações  hoje tidas como “naturais”, tais como orientação sexual e determinação de gênero, através de uma perspectiva histórica; a sexualidade como uma construção social e o sexo como determinação natural.

Seguem aqui algumas referências que foram citadas e que podem servir a quem assistiu à mesa e quer se aprofundar no assunto, ou para quem quiser adentrar um pouco mais neste universo arte performática e política !

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Marinelli faz parte de  uma minicomunidade formada por sete artistas e trabalhamos com dança, teatro, artes visuais, performance art.;o  Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial.

 

 

 
Durante a mesa performática bizarra proposta por Ricardo Marinelli, ask na última quarta feira (09 de maio), viagra order os principais temas abordados foram: corpo, performance e politicidade.

Eduardo Bonito, da Associação Cultural Panorama, participou da mesa, e abriu a discussão ponderando sobre o bizarro na arte, sobretudo na dança. No desenvolver de sua fala, Bonito expôs a importante função exercida pela Associação no que tange à curadoria e seleção de espetáculos em todos os eventos que produzem. Há um certo cuidado em abrir espaço para aqueles artistas que não encontram dificuldade em achar ou definir um “lugar” ao qual pertençam, ou cujas obras tendem a ser estigmatizadas pela estranheza. Nesse contexto , citou o com.posições.políticas, evento do qual se orgulha de ter sido curador, uma vez que o projeto nasceu “da vontade de evidenciar a importância do posicionamento político e da constatação de que, também através das práticas artísticas pode-se construir nosso próprio espaço de ação política aqui e agora, de maneira individual ou coletiva.”

 

O título da mesa é uma provocação que faz parte de um movimento maior que se chama “Sim, somos bizarros”, que desenvolve estratégias para como uma forma de re-significar e se apropriar do termo “bizarro”! Percebendo que co justamente por ter como ideal, situar a  arte como ativadora de mudanças sociais.

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Através de uma longa exposição histórica sobre a construção do conceito de sexualidade, Ricardo ressaltou que a condição de gênero, não se impõe sobre a orientação sexual, que a sexualidade é um conceito moderno por definição e que as formas de abordar e caracterizar o que é, ou não bizarro, são construções históricas e não condições naturais, portanto, passíveis de disputa na arena cultural e social.

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Muito mais foi falado na noite, em breve publicaremos o vídeo da mesa performática na íntegra.

Apesar de neste breve relato não podermos dar conta de toda a riqueza de detalhes, nem tampouco do refinamento das discussões, a mesa nos levantou reflexões relevantes, que não se encerram no âmbito “palestra” e que podem e devem refletir em novas posturas cotidianas.  Eis uma das contribuições/provocações suscitadas: Buscar re-pensar conceitos e relações  hoje tidas como “naturais”, tais como orientação sexual e determinação de gênero, através de uma perspectiva histórica; a sexualidade como uma construção social e o sexo como determinação natural.

Seguem aqui algumas referências que foram citadas e que podem servir a quem assistiu à mesa e quer se aprofundar no assunto, ou para quem quiser adentrar um pouco mais neste universo arte performática e política !

Texto em que Ricardo Marinelli faz uma crítica à arte e aos artistas que desvinculam de seus trabalhos quaisquer teor político: A arte que tem medo de ser política, publicada no site do com.posições.políticas

Marinelli faz parte de  uma minicomunidade formada por sete artistas e trabalhamos com dança, teatro, artes visuais, performance art.;o  Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial.

 

 

 
O projeto de ocupação artística do Teatro Funarte Cacilda Becker tem apresentado, check desde meados de abril, price oficinas, view debates, sessões de filmes e performances de artistas e companhias de dança convidadas, vindas de todo o país e da América Latina. O “Dança pra Cacilda” conta com a direção de Nayse Lopez e Eduardo Bonito, coordenadores do Festival Panorama, e prossegue até setembro, com espetáculos a preços populares e atividades com entrada franca.

A programação das próximas duas semanas ficará a cargo da bailarina, atriz e coreógrafa Alice Ripoll e da Cia R.E.C. – Reação em Cadeia, formada por moradores da comunidade Chácara do Céu.

De sexta a domingo, (de 18 a 20 e de 25 a 27 de maio), o grupo apresenta dois espetáculos: “Que as saídas sejam múltiplas” e “Cornaca”, dentro da mesma sessão. As apresentações serão nas sextas, sábados e domingos, às 20hrs. “Que as saídas sejam múltiplas”, de Alice Ripoll e Fernando Klipel, investiga a relação de proximidade entre dois corpos por meio de elementos que delimitam um espaço específico, como uma cadeira, um colchão, fendas nas roupas e os próprios encaixes corporais. “Cornaca” aborda o universo dos afetos: cinco homens em cena passam por situações que sugerem as mais variadas maneiras de se relacionarem, amizade, competição, luta, exclusão ou cuidado.
Toda sexta às 15hr, Alice Ripoll apresentará sessões educativas, abertas ao público em geral, com um bate papo ao final de cada espetáculo. Dia 18 de maio, às 15hrs, apresentação do “Cornaca”; dia 25, “Que as saídas sejam múltiplas”.
Às quartas e quintas, no período da manhã, Alice Ripoll coordena uma oficina gratuita, voltada para bailarinos e atores com experiência em expressão corporal. O princípio é desenvolver a curiosidade e a percepção dos alunos para observar as formas, as texturas, as superfícies de apoio o peso e os discursos de outras pessoas. São 15 vagas disponíveis. Para participar, os interessados devem enviar um breve currículo para Ana Bastos (formacao.cacilda@panoramafestival.com).
Dentro da programação do “Dança pra Cacilda”, toda quarta-feira, a partir das 20h, a ocupação abre espaço para encontros e conversas sobre os mais variados assuntos. No “Conversas Públicas”, são quatro formatos regulares, que se alternam em “Sofá da Cacilda”, “Políticas do Corpo”, “Cine Teatro” e “Corpo.Doc” e têm sempre entrada franca.

No dia 16 de maio, no primeiro encontro “Corpo.Doc”, a coreógrafa Dani Lima convida a professora Silvia Soter para discutir “Gesto e Corpo”. No dia 23, Alice Ripoll, o arquiteto Pedro Rivera e o artista e fundador do coletivo Brecha, Patrick Sampaio, falam sobre o trânsito cultural nas cidades.

Em paralelo, durante os cinco meses do projeto de ocupação do Teatro Cacilda Becker, a videoteca do festival Panorama, composta pelo maior acervo organizado sobre dança do Rio de Janeiro, ficará disponível para consulta no foyer do teatro, das 14h às 20h. O acervo interessa a estudantes, pesquisadores e público em geral e pode ser usado por professores e coordenadores de projetos educacionais e de sensibilização para a arte.
Sobre os artistas residentes:
Alice Ripoll e Fernando Klipel são bailarinos e criadores atuantes no Rio de Janeiro. Já trabalharam com diretores como João Saldanha, Dani Lima e Alex Cassal. Conheceram-se durante as filmagens do vídeo-dança “Jornada ao umbigo do mundo” (Dir.: Alex Cassal e Alice Ripoll), e a partir daí começaram uma parceria criativa que teve como resultado o trabalho “Que as saídas sejam múltiplas”. O espetáculo teve sua estreia no Festival Panorama da Dança 2008, ficou em temporada no Teatro Gláucio Gil (RJ), e foi apresentado no Festival Habana Vieja: Ciudad en Movimiento, em Havana, Cuba, em abril de 2009.

 

 

 

 

 

A Cia R.E.C. – Reação em Cadeia surgiu há dois anos e atualmente é dirigida por Alice Ripoll. Conta com os intérpretes criadores Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Coala e Liuz LA. O grupo se conheceu a partir de aulas de dança contemporânea com a professora Juliana Medella dentro da ONG Pró Saber. Após se desvincularem da ONG, Alice Ripoll e Juliana Medella dirigiram juntas o espetáculo “Cornaca”, que teve sua estreia no Festival Panorama da Dança (RJ), em 2010, e foi apresentado no Centro Coreográfico (RJ) e no SESC Pompéia (SP), no projeto Primeiro Passo.

PROGRAMAÇÃO
De 16 a 27 de maio: Alice Ripoll
OFICINA
Dias 16, 17, 23 e 24 de maio, quartas e quintas, das 10h às 12h, com entrada franca.
Laboratório de criação voltado para bailarinos e alunos de artes cênicas.
Número de vagas: 15. Para participar, envie currículo para Ana Bastos formacao.cacilda@panoramafestival.com
CONVERSAS PÚBLICAS
Corpo.Doc: dia 16 de maio, às 20h, com a coreógrafa Dani Lima e a professora Silvia Soter. Entrada franca
A coreógrafa Dani Lima apresenta parte de seus 2 anos de pesquisa no projeto “100 gestos que marcaram o século XX”, patrocinado pela Petrobras. No encontro com Silvia Soter, as participantes vão apresentar os textos “Le geste manquant” e “Gesto e percepção”, de Hubert Godard e exibir trechos de espetáculos.
Sofá da Cacilda: dia 23 de maio, às 20h, com Alice Ripoll, o arquiteto Pedro Rivera e o artista e fundador do coletivo Brecha, Patrick Sampaio. Entrada franca
No encontro, grupos de estudo, coletivos e outros convidados falam sobre urbanismo, politicas culturais, história e outros assuntos da vida da cidade.
ESPETÁCULO
“Que as saídas sejam múltiplas” e “Cornaca””
Sextas-feiras, dias 18 e 25 de maio, às 20h
Sábados, 19 e 26 de maio, às 20h
Domingos, 20 e 27 de maio, às 20h
Ingressos a R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Duração: 70min.
Classificação etária: Livre
Dia 18 de maio, às 15hrs- Sessão educativa de “Cornaca”
Dia 25 de maio, às 15hrs- Sessão educativa de “Que as saídas sejam múltiplas”
Entrada Gratuita

O projeto de ocupação artística do Teatro Funarte Cacilda Becker tem apresentado, prescription stomach desde meados de abril, see oficinas, debates, sessões de filmes e performances de artistas e companhias de dança convidadas, vindas de todo o país e da América Latina. O “Dança pra Cacilda” conta com a direção de Nayse Lopez e Eduardo Bonito, coordenadores do Festival Panorama, e prossegue até setembro, com espetáculos a preços populares e atividades com entrada franca.

A programação das próximas duas semanas ficará a cargo da bailarina, atriz e coreógrafa Alice Ripoll e da Cia R.E.C. – Reação em Cadeia, formada por moradores da comunidade Chácara do Céu.

De sexta a domingo, (de 18 a 20 e de 25 a 27 de maio), o grupo apresenta dois espetáculos: “Que as saídas sejam múltiplas” e “Cornaca”, dentro da mesma sessão. As apresentações serão nas sextas, sábados e domingos, às 20hrs. “Que as saídas sejam múltiplas”, de Alice Ripoll e Fernando Klipel, investiga a relação de proximidade entre dois corpos por meio de elementos que delimitam um espaço específico, como uma cadeira, um colchão, fendas nas roupas e os próprios encaixes corporais. “Cornaca” aborda o universo dos afetos: cinco homens em cena passam por situações que sugerem as mais variadas maneiras de se relacionarem, amizade, competição, luta, exclusão ou cuidado.
Toda sexta às 15hr, Alice Ripoll apresentará sessões educativas, abertas ao público em geral, com um bate papo ao final de cada espetáculo. Dia 18 de maio, às 15hrs, apresentação do “Cornaca”; dia 25, “Que as saídas sejam múltiplas”.
Às quartas e quintas, no período da manhã, Alice Ripoll coordena uma oficina gratuita, voltada para bailarinos e atores com experiência em expressão corporal. O princípio é desenvolver a curiosidade e a percepção dos alunos para observar as formas, as texturas, as superfícies de apoio o peso e os discursos de outras pessoas. São 15 vagas disponíveis. Para participar, os interessados devem enviar um breve currículo para Ana Bastos (formacao.cacilda@panoramafestival.com).
Dentro da programação do “Dança pra Cacilda”, toda quarta-feira, a partir das 20h, a ocupação abre espaço para encontros e conversas sobre os mais variados assuntos. No “Conversas Públicas”, são quatro formatos regulares, que se alternam em “Sofá da Cacilda”, “Políticas do Corpo”, “Cine Teatro” e “Corpo.Doc” e têm sempre entrada franca.

No dia 16 de maio, no primeiro encontro “Corpo.Doc”, a coreógrafa Dani Lima convida a professora Silvia Soter para discutir “Gesto e Corpo”. No dia 23, Alice Ripoll, o arquiteto Pedro Rivera e o artista e fundador do coletivo Brecha, Patrick Sampaio, falam sobre o trânsito cultural nas cidades.

Em paralelo, durante os cinco meses do projeto de ocupação do Teatro Cacilda Becker, a videoteca do festival Panorama, composta pelo maior acervo organizado sobre dança do Rio de Janeiro, ficará disponível para consulta no foyer do teatro, das 14h às 20h. O acervo interessa a estudantes, pesquisadores e público em geral e pode ser usado por professores e coordenadores de projetos educacionais e de sensibilização para a arte.
Sobre os artistas residentes:
Alice Ripoll e Fernando Klipel são bailarinos e criadores atuantes no Rio de Janeiro. Já trabalharam com diretores como João Saldanha, Dani Lima e Alex Cassal. Conheceram-se durante as filmagens do vídeo-dança “Jornada ao umbigo do mundo” (Dir.: Alex Cassal e Alice Ripoll), e a partir daí começaram uma parceria criativa que teve como resultado o trabalho “Que as saídas sejam múltiplas”. O espetáculo teve sua estreia no Festival Panorama da Dança 2008, ficou em temporada no Teatro Gláucio Gil (RJ), e foi apresentado no Festival Habana Vieja: Ciudad en Movimiento, em Havana, Cuba, em abril de 2009.

 

 

 

 

 

A Cia R.E.C. – Reação em Cadeia surgiu há dois anos e atualmente é dirigida por Alice Ripoll. Conta com os intérpretes criadores Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Coala e Liuz LA. O grupo se conheceu a partir de aulas de dança contemporânea com a professora Juliana Medella dentro da ONG Pró Saber. Após se desvincularem da ONG, Alice Ripoll e Juliana Medella dirigiram juntas o espetáculo “Cornaca”, que teve sua estreia no Festival Panorama da Dança (RJ), em 2010, e foi apresentado no Centro Coreográfico (RJ) e no SESC Pompéia (SP), no projeto Primeiro Passo.

PROGRAMAÇÃO
De 16 a 27 de maio: Alice Ripoll
OFICINA
Dias 16, 17, 23 e 24 de maio, quartas e quintas, das 10h às 12h, com entrada franca.
Laboratório de criação voltado para bailarinos e alunos de artes cênicas.
Número de vagas: 15. Para participar, envie currículo para Ana Bastos formacao.cacilda@panoramafestival.com
CONVERSAS PÚBLICAS
Corpo.Doc: dia 16 de maio, às 20h, com a coreógrafa Dani Lima e a professora Silvia Soter. Entrada franca
A coreógrafa Dani Lima apresenta parte de seus 2 anos de pesquisa no projeto “100 gestos que marcaram o século XX”, patrocinado pela Petrobras. No encontro com Silvia Soter, as participantes vão apresentar os textos “Le geste manquant” e “Gesto e percepção”, de Hubert Godard e exibir trechos de espetáculos.
Sofá da Cacilda: dia 23 de maio, às 20h, com Alice Ripoll, o arquiteto Pedro Rivera e o artista e fundador do coletivo Brecha, Patrick Sampaio. Entrada franca
No encontro, grupos de estudo, coletivos e outros convidados falam sobre urbanismo, politicas culturais, história e outros assuntos da vida da cidade.
ESPETÁCULO
“Que as saídas sejam múltiplas” e “Cornaca””
Sextas-feiras, dias 18 e 25 de maio, às 20h
Sábados, 19 e 26 de maio, às 20h
Domingos, 20 e 27 de maio, às 20h
Ingressos a R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Duração: 70min.
Classificação etária: Livre
Dia 18 de maio, às 15hrs- Sessão educativa de “Cornaca”
Dia 25 de maio, às 15hrs- Sessão educativa de “Que as saídas sejam múltiplas”
Entrada Gratuita

O projeto de ocupação artística do Teatro Funarte Cacilda Becker tem apresentado, approved medications desde meados de abril, oficinas, debates, sessões de filmes e performances de artistas e companhias de dança convidadas, vindas de todo o país e da América Latina. O “Dança pra Cacilda” conta com a direção de Nayse Lopez e Eduardo Bonito, coordenadores do Festival Panorama, e prossegue até setembro, com espetáculos a preços populares e atividades com entrada franca.

A programação das próximas duas semanas ficará a cargo da bailarina, atriz e coreógrafa Alice Ripoll e da Cia R.E.C. – Reação em Cadeia, formada por moradores da comunidade Chácara do Céu.

De sexta a domingo, (de 18 a 20 e de 25 a 27 de maio), o grupo apresenta dois espetáculos: “Que as saídas sejam múltiplas” e “Cornaca”, dentro da mesma sessão. As apresentações serão nas sextas, sábados e domingos, às 20hrs. “Que as saídas sejam múltiplas”, de Alice Ripoll e Fernando Klipel, investiga a relação de proximidade entre dois corpos por meio de elementos que delimitam um espaço específico, como uma cadeira, um colchão, fendas nas roupas e os próprios encaixes corporais. “Cornaca” aborda o universo dos afetos: cinco homens em cena passam por situações que sugerem as mais variadas maneiras de se relacionarem, amizade, competição, luta, exclusão ou cuidado.
Toda sexta às 15hr, Alice Ripoll apresentará sessões educativas, abertas ao público em geral, com um bate papo ao final de cada espetáculo. Dia 18 de maio, às 15hrs, apresentação do “Cornaca”; dia 25, “Que as saídas sejam múltiplas”.
Às quartas e quintas, no período da manhã, Alice Ripoll coordena uma oficina gratuita, voltada para bailarinos e atores com experiência em expressão corporal. O princípio é desenvolver a curiosidade e a percepção dos alunos para observar as formas, as texturas, as superfícies de apoio o peso e os discursos de outras pessoas. São 15 vagas disponíveis. Para participar, os interessados devem enviar um breve currículo para Ana Bastos (formacao.cacilda@panoramafestival.com).
Dentro da programação do “Dança pra Cacilda”, toda quarta-feira, a partir das 20h, a ocupação abre espaço para encontros e conversas sobre os mais variados assuntos. No “Conversas Públicas”, são quatro formatos regulares, que se alternam em “Sofá da Cacilda”, “Políticas do Corpo”, “Cine Teatro” e “Corpo.Doc” e têm sempre entrada franca.

No dia 16 de maio, no primeiro encontro “Corpo.Doc”, a coreógrafa Dani Lima convida a professora Silvia Soter para discutir “Gesto e Corpo”. No dia 23, Alice Ripoll, o arquiteto Pedro Rivera e o artista e fundador do coletivo Brecha, Patrick Sampaio, falam sobre o trânsito cultural nas cidades.

Em paralelo, durante os cinco meses do projeto de ocupação do Teatro Cacilda Becker, a videoteca do festival Panorama, composta pelo maior acervo organizado sobre dança do Rio de Janeiro, ficará disponível para consulta no foyer do teatro, das 14h às 20h. O acervo interessa a estudantes, pesquisadores e público em geral e pode ser usado por professores e coordenadores de projetos educacionais e de sensibilização para a arte.
Sobre os artistas residentes:
Alice Ripoll e Fernando Klipel são bailarinos e criadores atuantes no Rio de Janeiro. Já trabalharam com diretores como João Saldanha, Dani Lima e Alex Cassal. Conheceram-se durante as filmagens do vídeo-dança “Jornada ao umbigo do mundo” (Dir.: Alex Cassal e Alice Ripoll), e a partir daí começaram uma parceria criativa que teve como resultado o trabalho “Que as saídas sejam múltiplas”. O espetáculo teve sua estreia no Festival Panorama da Dança 2008, ficou em temporada no Teatro Gláucio Gil (RJ), e foi apresentado no Festival Habana Vieja: Ciudad en Movimiento, em Havana, Cuba, em abril de 2009.

 

 

 

 

 

A Cia R.E.C. – Reação em Cadeia surgiu há dois anos e atualmente é dirigida por Alice Ripoll. Conta com os intérpretes criadores Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Coala e Liuz LA. O grupo se conheceu a partir de aulas de dança contemporânea com a professora Juliana Medella dentro da ONG Pró Saber. Após se desvincularem da ONG, Alice Ripoll e Juliana Medella dirigiram juntas o espetáculo “Cornaca”, que teve sua estreia no Festival Panorama da Dança (RJ), em 2010, e foi apresentado no Centro Coreográfico (RJ) e no SESC Pompéia (SP), no projeto Primeiro Passo.

PROGRAMAÇÃO
De 16 a 27 de maio: Alice Ripoll
OFICINA
Dias 16, 17, 23 e 24 de maio, quartas e quintas, das 10h às 12h, com entrada franca.
Laboratório de criação voltado para bailarinos e alunos de artes cênicas.
Número de vagas: 15.JÁ ESGOTADAS!!!
CONVERSAS PÚBLICAS
Corpo.Doc: dia 16 de maio, às 20h, com a coreógrafa Dani Lima e a professora Silvia Soter. Entrada franca
A coreógrafa Dani Lima apresenta parte de seus 2 anos de pesquisa no projeto “100 gestos que marcaram o século XX”, patrocinado pela Petrobras. No encontro com Silvia Soter, as participantes vão apresentar os textos “Le geste manquant” e “Gesto e percepção”, de Hubert Godard e exibir trechos de espetáculos.
Sofá da Cacilda: dia 23 de maio, às 20h, com Alice Ripoll, o arquiteto Pedro Rivera e o artista e fundador do coletivo Brecha, Patrick Sampaio. Entrada franca
No encontro, grupos de estudo, coletivos e outros convidados falam sobre urbanismo, politicas culturais, história e outros assuntos da vida da cidade.
ESPETÁCULO
“Que as saídas sejam múltiplas” e “Cornaca””
Sextas-feiras, dias 18 e 25 de maio, às 20h
Sábados, 19 e 26 de maio, às 20h
Domingos, 20 e 27 de maio, às 19h
Ingressos a R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Duração: 70min.
Classificação etária: Livre
Dia 18 de maio, às 15hrs- Sessão educativa de “Cornaca”
Dia 25 de maio, às 15hrs- Sessão educativa de “Que as saídas sejam múltiplas”
Entrada Gratuita

O projeto de ocupação artística do Teatro Funarte Cacilda Becker tem apresentado, approved medications desde meados de abril, oficinas, debates, sessões de filmes e performances de artistas e companhias de dança convidadas, vindas de todo o país e da América Latina. O “Dança pra Cacilda” conta com a direção de Nayse Lopez e Eduardo Bonito, coordenadores do Festival Panorama, e prossegue até setembro, com espetáculos a preços populares e atividades com entrada franca.

A programação das próximas duas semanas ficará a cargo da bailarina, atriz e coreógrafa Alice Ripoll e da Cia R.E.C. – Reação em Cadeia, formada por moradores da comunidade Chácara do Céu.

De sexta a domingo, (de 18 a 20 e de 25 a 27 de maio), o grupo apresenta dois espetáculos: “Que as saídas sejam múltiplas” e “Cornaca”, dentro da mesma sessão. As apresentações serão nas sextas, sábados e domingos, às 20hrs. “Que as saídas sejam múltiplas”, de Alice Ripoll e Fernando Klipel, investiga a relação de proximidade entre dois corpos por meio de elementos que delimitam um espaço específico, como uma cadeira, um colchão, fendas nas roupas e os próprios encaixes corporais. “Cornaca” aborda o universo dos afetos: cinco homens em cena passam por situações que sugerem as mais variadas maneiras de se relacionarem, amizade, competição, luta, exclusão ou cuidado.
Toda sexta às 15hr, Alice Ripoll apresentará sessões educativas, abertas ao público em geral, com um bate papo ao final de cada espetáculo. Dia 18 de maio, às 15hrs, apresentação do “Cornaca”; dia 25, “Que as saídas sejam múltiplas”.
Às quartas e quintas, no período da manhã, Alice Ripoll coordena uma oficina gratuita, voltada para bailarinos e atores com experiência em expressão corporal. O princípio é desenvolver a curiosidade e a percepção dos alunos para observar as formas, as texturas, as superfícies de apoio o peso e os discursos de outras pessoas. São 15 vagas disponíveis. Para participar, os interessados devem enviar um breve currículo para Ana Bastos (formacao.cacilda@panoramafestival.com).
Dentro da programação do “Dança pra Cacilda”, toda quarta-feira, a partir das 20h, a ocupação abre espaço para encontros e conversas sobre os mais variados assuntos. No “Conversas Públicas”, são quatro formatos regulares, que se alternam em “Sofá da Cacilda”, “Políticas do Corpo”, “Cine Teatro” e “Corpo.Doc” e têm sempre entrada franca.

No dia 16 de maio, no primeiro encontro “Corpo.Doc”, a coreógrafa Dani Lima convida a professora Silvia Soter para discutir “Gesto e Corpo”. No dia 23, Alice Ripoll, o arquiteto Pedro Rivera e o artista e fundador do coletivo Brecha, Patrick Sampaio, falam sobre o trânsito cultural nas cidades.

Em paralelo, durante os cinco meses do projeto de ocupação do Teatro Cacilda Becker, a videoteca do festival Panorama, composta pelo maior acervo organizado sobre dança do Rio de Janeiro, ficará disponível para consulta no foyer do teatro, das 14h às 20h. O acervo interessa a estudantes, pesquisadores e público em geral e pode ser usado por professores e coordenadores de projetos educacionais e de sensibilização para a arte.
Sobre os artistas residentes:
Alice Ripoll e Fernando Klipel são bailarinos e criadores atuantes no Rio de Janeiro. Já trabalharam com diretores como João Saldanha, Dani Lima e Alex Cassal. Conheceram-se durante as filmagens do vídeo-dança “Jornada ao umbigo do mundo” (Dir.: Alex Cassal e Alice Ripoll), e a partir daí começaram uma parceria criativa que teve como resultado o trabalho “Que as saídas sejam múltiplas”. O espetáculo teve sua estreia no Festival Panorama da Dança 2008, ficou em temporada no Teatro Gláucio Gil (RJ), e foi apresentado no Festival Habana Vieja: Ciudad en Movimiento, em Havana, Cuba, em abril de 2009.

 

 

 

 

 

A Cia R.E.C. – Reação em Cadeia surgiu há dois anos e atualmente é dirigida por Alice Ripoll. Conta com os intérpretes criadores Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Coala e Liuz LA. O grupo se conheceu a partir de aulas de dança contemporânea com a professora Juliana Medella dentro da ONG Pró Saber. Após se desvincularem da ONG, Alice Ripoll e Juliana Medella dirigiram juntas o espetáculo “Cornaca”, que teve sua estreia no Festival Panorama da Dança (RJ), em 2010, e foi apresentado no Centro Coreográfico (RJ) e no SESC Pompéia (SP), no projeto Primeiro Passo.

PROGRAMAÇÃO
De 16 a 27 de maio: Alice Ripoll
OFICINA
Dias 16, 17, 23 e 24 de maio, quartas e quintas, das 10h às 12h, com entrada franca.
Laboratório de criação voltado para bailarinos e alunos de artes cênicas.
Número de vagas: 15.JÁ ESGOTADAS!!!
CONVERSAS PÚBLICAS
Corpo.Doc: dia 16 de maio, às 20h, com a coreógrafa Dani Lima e a professora Silvia Soter. Entrada franca
A coreógrafa Dani Lima apresenta parte de seus 2 anos de pesquisa no projeto “100 gestos que marcaram o século XX”, patrocinado pela Petrobras. No encontro com Silvia Soter, as participantes vão apresentar os textos “Le geste manquant” e “Gesto e percepção”, de Hubert Godard e exibir trechos de espetáculos.
Sofá da Cacilda: dia 23 de maio, às 20h, com Alice Ripoll, o arquiteto Pedro Rivera e o artista e fundador do coletivo Brecha, Patrick Sampaio. Entrada franca
No encontro, grupos de estudo, coletivos e outros convidados falam sobre urbanismo, politicas culturais, história e outros assuntos da vida da cidade.
ESPETÁCULO
“Que as saídas sejam múltiplas” e “Cornaca””
Sextas-feiras, dias 18 e 25 de maio, às 20h
Sábados, 19 e 26 de maio, às 20h
Domingos, 20 e 27 de maio, às 19h
Ingressos a R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Duração: 70min.
Classificação etária: Livre
Dia 18 de maio, às 15hrs- Sessão educativa de “Cornaca”
Dia 25 de maio, às 15hrs- Sessão educativa de “Que as saídas sejam múltiplas”
Entrada Gratuita

Durante as semanas dos Novíssimos, order as manhãs serão compostas por aulas abertas, here oferecidas pelas principais universidades e profissionais de dança da cidade do Rio de Janeiro. A ideia é promover um maior intercâmbio entre o universo acadêmico, discount de formação de artistas, e o público em geral, estudantes e interessados na área.

É um convite do Dança Pra Cacilda às universidades, bem como um desafio: levar o ensino da dança para além das universidades e escolas especializadas.

Todas as atividades serão gratuitas.

29 a 02 de setembro

Bacharelado em Dança- Universidade Federal do Rio de Janeiro- UFRJ (Escola de Educação Física e Desportos – EEFD)

A EEFD ofer­ece o curso noturno de Bacharelado em Dança, criado em 1994. O curso forma profissionais que podem atuar como intérpretes, coreó­grafos e pesquisadores em dança, imagem e criação no planejamento, condução e avaliação de programas artísticos para grupos amadores ou profissionais de diferentes faixas etárias.

29/08, quarta- feira. 10h30 às 13h- Técnica de Improvisação com Patrícia Pereira, Inês Galvão e Lara Seidler (UFRJ)

A oficina tem como proposta a experimentação e descoberta de novas possibilidades corporais, ampliando a sensibilidade para o movimento e seu vocabulário corporal. Interessa-nos o prazer em mover o corpo e a descoberta de sensações, imagens, gestos que intensifiquem a potência criativa e a integração do corpo dançante.

30/08, quinta feira. 10h30 Às 13h- Aula com a Professor Sergio Andrade.(UFRJ)

Mecanismos de pre-inscrição para uma brisura. Estudo de processos criativos entre filosofias da alteridade e dança de mecanismos de articulação/diferença entre corpos, objetos, noções conceituais, rastros de rastros diversos para lançamento-do-outro-no-outro: brisura porvir. Esse estudo é vinculado ao novo projeto de pesquisa “Bria brisa BRISURA” (em andamento) desenvolvido por Sérgio Andrade, Iara Sales (BA/PE) e Tonlin Cheng (PE) – Grupo CoMteMpu’s.

Universidades que já passaram pelo Dança Pra Cacilda

27 E 28 DE JUNHO

Centro Universitário da Cidade – Dança
Primeiro curso de licenciatura em Dança criado no Rio de Janeiro, desde em 1985 tem como principal objetivo proporcionar
uma formação múltipla, colocando no mercado professores especializados no ensino das diferentes técnicas de dança.
27/06, QUARTA FEIRA, 10H
Introdução ao ballet clássico, com Vera Aragão-doutora em memória e ex bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

A proposta é introduzir os alunos às bases da gramática do ballet clássico. Enfocar a forma como se processa a estruturação e o desenvolvimento desta técnica, visando seu ensino, utilizando-se de aulas práticas e teóricas.
27/06, QUARTA FEIRA, 11H30
Cinesiologia /Prática ,com Heloisa Almeida – especialista na área da saúde ex bailarina do Teatro Guaíra

Busca integrar os conceitos estudados nos componentes curriculares Anatomia e Fisiologia para analisar os diferentes movimentos humanos, suas amplitudes e ações fundamentais.

28/06, QUINTA FEIRA, 10H

Psicomotricidade,com Rosana Fachada-  ex-bailarina do Vacilou Dançou, mestra em psicomotriocidade e coordenadora do Curso de  Dança na Unversidade Castelo Branco.

Abordagens sobre o conceito e história da psicomotricidade:vertentes, realidade, objetivos e finalidades. Desenvolvimento psicomotor enfatizando os três domínios: cognitivo, afetivo e motor, integrando-os ao trabalho com a dança. Bases neurológicas do
desenvolvimento infantil, sua relação com a aprendizagem e com a dança.

28/06, QUINTA FEIRA, 11H30

Improvisação, com Ivana Menna Barreto- doutoranda,bailarina e coreógrafa atuante.

Aula de exploração da improvisação como recurso de desenvolvimento da sensibilidade,imaginação e criatividade do aluno.
Despertar a consciência das ferramentas usadas e das diferentes possibilidades de improvisação.

30 E 31 DE MAIO

Faculdade Angel Vianna
A Faculdade Angel Vianna oferece dois cursos de graduação na área de Dança: Licenciatura e Bacharelado, além de vários outros cursos (www.angelvianna.art.br). Com a visão de que o mundo se transforma através do sujeito, Angel Vianna, entende que, através da dança, podemos conquistar um espaço interno necessário para a nossa dinâmica corporal e emocional.

As aulas abertas desta semana serão: Composições Coreográficas.

A proposta é Instrumentalizar o aluno, para a criação artística,através da construção do método de composição coreográfica autoral, solística e/ou em grupos.

30/05, QUARTA FEIRA, 10H

Composição coreográfica, com Ana Vitória Freire

Diretora, bailarina e coreógrafa da Cia Ana Vitória Dança Contemporânea.Professora de Técnica de Dança e Composição Coreográfica da Faculdade Angel Vianna, doutorando pela UniRio em Artes Cênica.

31/05, QUINTA FEIRA, 10H

Composição coreográfica, com Marcia Rubin.

Coreógrafa e bailarina da Marcia Rubin Cia de Dança, atua no teatro como Diretora de Movimento.Ganhou o Prêmio Shell de Teatro em 2012. Professora da Faculdade Angel Vianna e do Curso de Artes Cênicas da UniverCidade. É Especialista em Arte e Filosofia pela PUC-Rio.

 

 

 

2 Comments

  1. Beatriz

    Olá. É necessário se inscrever para participar das aulas abertas?
    Obrigada.

    • admin

      Oi Beatriz, tudo bem?
      Não precisa de inscrição para participar das aulas abertas. Basta aparecer!
      Abraços

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